Sol, forte calor, praia. A Seleção Brasileira não irá encontrar em Samara, onde enfrenta o México na segunda-feira (2), cenário muito diferente do que está acostumado na Rússia. A cidade que abrigará uma das oitavas de final da Copa do Mundo tem aspectos bem semelhantes a Sochi, onde está a base do Brasil no Mundial.
A reportagem chegou a Samara ontem pela manhã e deu um giro pelos pontos mais procurados pelos turistas e torcedores na Copa. No primeiro dia sem jogos desde o início do Mundial, a cidade passou sob clima mais tranquilo, mas ainda assim respirando futebol.
O ponto de concentração fica nas margens do rio Volga, o mais longo de toda a Europa. Ele corta Samara quase inteira e oferece um clima muito agradável a seus moradores. Nesta sexta, muitas pessoas desfrutavam de uma das praias do rio, onde certamente brasileiros se concentrarão para fazer a festa habitual na Rússia. Foi exatamente assim em Rostov, palco da estreia contra a Suíça, no rio Don, e em São Petersburgo e Moscou, onde o Brasil encarou Costa Rica e Sérvia, respectivamente. As cidades de rios têm dado sorte à Seleção. Na rotina de praia, teve mergulho, futebolzinho na areia e vôlei, cerveja, tudo que costumamos ver no Brasil. A praia de Samara é diferente das de Sochi, marcadas por pedras no Mar Negro.
De cara, no calçadão, foi possível notar grande quantidade de colombianos, todos trajando a camisa da seleção que venceu Senegal na quinta-feira em Samara e garantiu vaga nas oitavas para encarar a Inglaterra terça-feira em Moscou. Eles estão animados com a seleção, mas sabem que será difícil bater os ingleses do artilheiro Harry Kane. Eles se despediam da cidade caminhando, tomando um sorvete e/ou assistindo a um dos shows ao ar livre de artistas locais, que cantam, praticam yoga com malabarismos, entre outras atividades.