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Ana Sátila, da canoagem slalom, faturou a primeira medalha do Brasil em um Mundial em seu esporte
O esporte olímpico brasileiro teve pouco investimento, mas algumas boas notícias no primeiro ano do ciclo que vai até os Jogos de Tóquio-2020. Atletas consagrados se reafirmaram, e modalidades até então fora do radar mostraram sua cara.
Judô e vôlei mantiveram a tradição. Mayra Aguiar foi o destaque no tatame, ao selar o bicampeonato mundial na categoria até 78kg em Budapeste (HUN). Nas quadras, as renovadas Seleções não decepcionaram. Em torneios internacionais, foram dois ouros e uma prata para as mulheres, e um ouro e uma prata para os homens.
Na natação, Etiene Medeiros, com o ouro inédito nos 50m costas (não olímpica), e Bruno Fratus, com prata nos 50m livre e 4x100m livre, lideraram a recuperação do esporte, que decepcionou em 2016.
O tenista Marcelo Melo fez um ano dos sonhos, com título histórico em Wimbledon e o primeiro lugar no ranking de duplas da ATP e no de melhor duplista da temporada.
Ana Sátila, da canoagem slalom, faturou a primeira medalha do Brasil em um Mundial em seu esporte, o bronze na C1, que será olímpica em Tóquio, e uma prata no K1, que ainda não está no programa dos Jogos.
Henrique Avancini, do mountain-bike, conquistou o quarto lugar inédito no Mundial de MTB, em Cairns (AUT). Já Ygor Coelho, do badminton alcançou a melhor posição de um brasileiro no ranking mundial, um 31º lugar.
O handebol feminino, por outro lado, deixou a desejar. Campeão mundial em 2013, o Brasil se despediu do torneio na 18ª colocação.
O basquete, em reconstrução, também acumulou resultados frustrantes, na Copa América: um 10º lugar entre os homens e um quarto lugar entre as mulheres, que ficaram fora do Mundial da Espanha.