O Botafogo terá o lateral-direito Alessandro e o zagueiro Juninho na final da Taça Rio, no domingo, às 16h, no Maracanã, pela final da Taça Rio, segundo turno do Campeonato Estadual do Rio de Janeiro. Suspensos, ambos estarão em campo, graças a uma liminar concedida pelo presidente do Tribunal de Justiça Desportiva do Rio de Janeiro (TJD-RJ), Antônio Vanderler de Lima. Esta decisão revoltou a todos no Flamengo. Em nota oficial, no fim da noite de sexta-feira, 17, o clube, além de não ter gostado da atitude do presidente do TJD, disse que a mesma situação foi ignorada em relação ao goleiro Bruno. Neste domingo, caso o Botafogo derrote o Flamengo, o campeonato acaba sem a necessidade de uma final. Porém, se o título da Taça Rio for para a Gávea, uma decisão, contra o próprio time alvinegro, acontecerá nos dias 26 de abril e 3 de maio. Por outro lado, depois de receber punição de 30 dias por ter ofendido o árbitro Luiz Antonio da Silva Santos, durante a derrota por 2 a 0 para o Vasco da Gama, o técnico Cuca está liberado para comandar, no domingo, 26, o Flamengo contra o Botafogo, no Estádio do Maracanã, pela decisão da Taça Rio. Com o efeito suspensivo conseguido pelo Flamengo, Cuca terá que dar três palestras para a Comissão de Arbitragem, além de doar cestas básicas, durante 15 dias. Nos últimos três jogos, o comandante não entrou em campo, sendo duas partidas pelo Carioca e um jogo pela Copa do Brasil, com vitória sobre o Remo, por 2 a 0. De acordo com o advogado do rubro-negro, a decisão do Tribunal de Justiça Desportiva do Rio de Janeiro (TJD-RJ) foi correta. “Nesse caso, o Tribunal foi perfeito, pois o Cuca já havia cumprido a metade da pena, e agir dessa forma sempre foi o entendimento do TJD/RJ”, explicou Michel Assef Filho.