Os frágeis adversários enfrentados nos jogos preparatórios para a Copa América não chegaram a testar a Seleção Brasileira
Lucas Figueiredo/CBF
Tite quer Seleção no ataque, roubando a bola perto do gol do adversário
Os frágeis adversários enfrentados nos jogos preparatórios para a Copa América não chegaram a testar a Seleção Brasileira. A vitória por 2 a 0 sobre o Qatar e o triunfo por 7 a 0 diante de Honduras, porém, serviram para o time colocar em prática aquela que será uma de suas estratégias na competição, sobretudo contra rivais de menor expressão.
Tite quer ver seus atletas marcando no campo de ataque, roubando a bola perto do gol do oponente. A ideia é utilizar os jogadores rápidos de que dispõe, como Richarlison e David Neres, para aproveitar contragolpes bastante velozes, curtos, sem que haja a necessidade de transportar a bola de um setor defensivo até a meta.
"São opções. Tu tens que ver o que gera e o preço", disse o treinador, alertando que o esforço na tentativa de roubar a bola na frente deve ser bem coordenado. "Exige um nível de concentração maior. Se tu negligenciar, vai estourar, vai ter que correr para trás. Exige uma coisa e te dá outra", acrescentou.
A estratégia será observada em um jogo pra valer na sexta (14), data de abertura da Copa América. No estádio do Morumbi, em São Paulo, a partir das 21h30 (de Brasília), os comandados de Tite tentarão encurralar os bolivianos e dar o primeiro passo naquele que é visto como um campeonato importante para a Seleção e para seu treinador.