Para ajudar na contratação de jogadores para a temporada, o USC quer contar com Pedro Medina, técnico de futebol com passagens em categorias de base, para ser diretor de Futebol
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Para ajudar na contratação de jogadores para a temporada, o Uberaba Sport Club quer contar com Pedro Medina, técnico de futebol com passagens em categorias de base, para ser diretor de Futebol. O USC negocia com Medina para auxiliar o clube, tendo em vista o Campeonato Mineiro da Segunda Divisão (a Terceirona), que neste ano será disputado na categoria Sub-23.
“Houve uma conversa preliminar com o presidente Leonardo. Ainda estou estudando a proposta, mas devo aceitá-la. É uma oferta de cooperação, sem remuneração. A diretoria aposta no meu conhecimento sobre os jogadores da cidade, já que o campeonato será Sub-23. Por isso, me convidaram para ajudar a diretoria e o técnico Luiz Eduardo na formação do elenco”, revelou Medina.
Caso aceite a proposta da diretoria do Uberaba Sport, Pedro Medina retornará ao futebol. Desde o ano passado, o treinador decidiu se afastar dos gramados. “Meu último envolvimento com futebol foi no ano passado, comandando uma equipe Júnior. Tenho um comércio, que me demanda tempo. Então estou vendo com o Leonardo como posso ajudar, na medida do possível, já que não vou poder ficar o tempo todo à disposição”, apontou.
Sobre a qualidade técnica dos jogadores disponíveis na região, Pedro Medina disse que a cidade de Uberaba possui atletas capacitados para disputar a Terceirona. “Vários jogadores têm condição de vestir a camisa do Nacional ou do Uberaba. Me lembro quando estive no Nacional, no início da campanha do time campeão, em 2013, havia vários jogadores jovens no time, que participavam efetivamente das partidas. Nenhum deles me decepcionou. Sem dúvida, há jogadores capacitados em Uberaba”, destacou.
Polêmica. Para Medina, a decisão da Federação Mineira de Futebol (FMF), em alterar o formato de disputa da Terceirona, ainda pode render contestação de jogadores. “É uma decisão polêmica. Acredito que algum jogador vá entrar na Justiça contra essa decisão, alegando impedimento de exercer a profissão”, opinou.