A saída de Rogério está definida. E também está certo que o atleta disputará o Modulo II do Campeonato Mineiro pelo Uberlândia. No entanto, duas variantes possuem versões distintas nos envolvidos com a negociação.
A primeira delas é a respeito do valor pago pela multa rescisória do atleta. O contrato do zagueiro prevê uma multa de R$ 50 mil. Porém, o departamento de Futebol optou por não divulgar os valores envolvidos. “A gente não pergunta quanto vocês ganham na rádio ou no jornal. Isso é uma particularidade do clube. Mas podemos garantir que não é nada monstruoso”, afirma o diretor de Futebol do USC, Ernani Nogueira.
O dirigente alvirrubro informou que o Uberlândia e o próprio jogador são os responsáveis por arcarem com a multa. “O atleta está no clube há quase três anos e tem um acerto com o Uberaba. Ele pagou um pouco e o Uberlândia irá pagar o restante”, revela Nogueira.
Após a confirmação da rescisão de contrato, Rogério explicou como foram feitas as negociações. “Sairia do Uberaba somente se a diretoria do Uberlândia acertasse a multa com Ernani. Como houve o acordo, os dirigentes do Uberlândia vieram em Uberaba e, por isso, acabei assinando a documentação”, garante Rogério.
Entretanto, a reportagem do Jornal da Manhã conversou, na tarde de ontem, com o presidente do Uberlândia, Everton Magalhães, que não se mostrou disposto a pagar a multa rescisória do zagueiro. “Essa situação é igual a do atacante Peri (recém-contratado pelo Uberlândia). A gente só estava disposto a conversar com Rogério assim que ele se desvinculasse do USC. Nós não vamos pagar nenhum tipo de multa. Nós trabalhamos com essa filosofia e não abrimos mão dela”, declara Everton Magalhães.