Eurico Miranda foi e não se contentou em apenas observar. Falou, gritou, se exaltou, mas não conseguiu livrar o Vasco da perda de seis mandos de campo, na primeira instância do STJD (Superior Tribunal de Justiça Desportiva), por conta dos graves incidentes ocorridos no clássico contra o Flamengo, dia 7 de julho, em São Januário, pelo Campeonato Brasileiro. O estádio também segue interditado, e as decisões cabem recurso.
A defesa vascaína teve como principal tese apontar falhas no esquema de segurança do Gepe (Grupamento Especial de Policiamento em Estádios) no dia da partida.
O Vasco anexou como provas fotos de possíveis torcedores que participaram da baderna, identificados, imagens de candidatos de oposição com membros de organizadas, postagens de opositores nas redes sociais supostamente incitando à violência, além de laudos técnicos que garantiam a realização da partida em São Januário.
A denúncia teve como base o artigo 213 do CBJD e seus três incisos (cujo caput é "Deixar de tomar providências capazes de prevenir e reprimir...")