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Segundo um levantamento com mais de 2.800 pessoas, realizado pela Universidade Católica...

Sandra de Sousa Batista Abud
Publicado em 08/06/2017 às 18:42Atualizado em 16/12/2022 às 12:49
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· Segundo um levantamento com mais de 2.800 pessoas, realizado pela Universidade Católica da Austrália, dirigir engorda. Quem passa acima de uma hora diária no carro tem em média 2,3 quilos a mais e uma cintura 1,5 centímetro maior em relação a sujeitos que utilizam o automóvel por 15 minutos. Então, apostar em transportes ativos, como caminhada ou bicicleta, é interessante. Rank da população que usa, sobretudo, o carro pra se locomover: Estados Unidos - 86%; Austrália - 78%; Reino Unido - 64%; Suécia - 54%; Brasil - 19%.

· Experts divulgam a primeira estimativa global sobre quanto dinheiro é gasto devido à inatividade física. 53,8 bilhões de dólares foram gastos no mundo, em 2013, para lidar com as consequências à saúde causadas pelo sedentarismo, pagos pelos setores público e privado e também por cada indivíduo. Outros 13,7 bilhões de dólares foram gastos na perda de produtividade associada a mortes precoces pela falta de movimentação. Os cientistas mediram o impacto financeiro da inércia em apenas 5 doenças, mas há evidências de que 22 males têm ligação com o sedentarismo. A inatividade está deixando o mundo no vermelho. Em 142 países avaliados, houve esta conclusão em 93,2% da população mundial representada: infarto, AVC, diabete tipo 2, câncer de mama e tumor colorretal, 53,8 bilhões de dólares gastos; 80,4% dos gastos com inatividade vêm de países ricos; 31,2 pagos pelo setor público; 12,9 pagos por instituições privadas; 9,7 pagos pelas famílias; 13,4 milhões de anos produtivos da população foram perdidos por incapacidade física ou morte geradas pelo sedentarismo; 75% desses anos desperdiçados vêm de países pobres, ou seja, nessas áreas as repercussões da imobilidade nem são bem tratadas.

· A faixa das pessoas acima dos 60 anos é a que mais cresce no planeta. Em 2015, essa parcela correspondia a 8,49% da população mundial, totalizando 274 milhões de homens e 341 milhões de mulheres. Conforme a ONU, o número deve triplicar até 2050. A voz também envelhece e esse processo, chamado presbifonia, ocorre em geral a partir dos 65 anos. A voz é produzida na laringe, e abriga duas pregas vocais, que vibram, em média, 100 vezes por segundo nos homens e 200 vezes por segundo nas mulheres a fim de gerar a fala. Existem aqueles que não sofrem de presbifonia, mesmo tendo passado dos 70, como Caetano Veloso, Roberto Carlos e Sílvio Santos. A saúde física e mental, a história de vida, aspectos próprios à constituição do indivíduo e o uso profissional da fala estão entre os fatores que interferem no envelhecimento vocal, que ocorre de maneira diferente entre homens e mulheres. As mulheres tendem a ficar com a voz mais grave e os homens, com a voz mais aguda, além de rouquidão, pigarro, cansaço ou desconforto para falar, menor capacidade de projetar a voz... Programas de reabilitação de voz prescritos e orientados por um fonoaudiólogo permitem recuperar parcialmente a funcionalidade da voz, deixando-a mais forte, adequada ao sexo e com maior flexibilidade. A voz identifica a pessoa. 

(*) Psicóloga Clinica sandrasba@hotmail.com

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