· Em média, um produto orgânico é 40% mais caro do que um similar comum. Isso porque, o custo da produção é maior – a ausência de agrotóxicos exige mais trabalho na hora de eliminar pragas e doenças e o alimento costuma ser menor pela falta dos aditivos artificiais. Com produção menor, a oferta no mercado também é menor. Para que um alimento seja classificado como orgânico, ele precisa seguir alguns padrões e se encaixar em normas oficializadas na lei 10.831, de 2003. Não ter sido cultivado com agrotóxico ou adubo químico é uma das regras, mas não a única. A lista de substâncias proibidas inclui ainda nitratos e metais pesados, drogas veterinárias, hormônios, antibióticos, adjetivos químicos sintéticos e organismos geneticamente modificados (os transgênicos). Para provar que seguiu essas regras, o produtor contrata uma empresa ou entra numa cooperativa. O produtor também precisa provar que seu trabalho diminui a dependência de energias não renováveis, amplia benefícios sociais e preserva a diversidade do ecossistema. Para isso, pode contratar uma empresa terceirizada que fará a certificação ou se unir aos vizinhos agricultores e criar uma espécie de “cooperativa fiscalizadora”, chamada de Sistema Participativo de Garantia. Nos supermercados encontram-se produtos embalados e selados, com selos ecológicos, tais com FSC (Forest Stewardship Council): indica que a madeira usada no produto ou em sua produção foi extraída de maneira ecologicamente viável; Rainforest Alliance Certified: certifica que a produção ou extração do produto não afetam a biodiversidade das florestas tropicais; IBD (Instituto Biodinâmico): além dos ingredientes, atesta respeito ao Código Florestal Brasileiro e às leis trabalhistas; EcoCert: reconhece alimentos e também cosméticos com 95% de ingredientes vegetais orgânicos; Abio (Associação de Agricultores Biológicos): surgiu com a primeira feira orgânica do Brasil, em Nova Friburgo (RJ), em 1985.
· No Brasil, a cada 4 mulheres, 1 tem depressão pós-parto.
· O escritor com mais livros publicados é o brasileiro José Carlos Ryoki que entrou para o Guinness, com mais de 1.100 livros! Não ficou famoso porque usou 36 pseudônimos diferentes, todos nomes estrangeiros, para vender mais.
· A Suécia é o país com mais ateus no mundo. Lá o indivíduo acredita no que quiser e é respeitado. Em 2012, o governo concedeu status de religião ao Kopimism – uma seita que acredita que o comportamento digital de arquivos é sagrado. Seu símbolo é o Ctrl+C / Ctrl+V.
(*) Psicóloga Clinica
sandrasbabud@hotmail.com