Caro leitor, não desisti, ainda continuo respirando pela alegria de muitos e tristeza de uns poucos; na semana passada não deu para escrever, misturei os dias da semana por causa do feriado da segunda, daí embolei a quarta pela terça-feira e deu no que deu. Mas continuo firme, com a graça e pela graça do Criador.
A minha indignação com os PeTralha$ continua no mesmo furor, não por minha conta, não é isso, mas diante de tanta putrefação, escândalos e mais escândalos. O que me deixa furioso é ver o camarada Lula fingir que nada está acontecendo, tudo com céu de brigadeiro. E, o que é pior, parte pra cima das autoridades constituídas com o maior cinismo e cara de pau.
E não é que o pajé maior disse que o julgamento do men$alão foi 80% político e 20% jurídico; se esse país fosse sério, não tenho a menor dúvida de que o ilustre presidente adjunto estaria atrás das grades.
A petulância desse cidadão chega a ponto de agredir um Poder devidamente constituído, que cumpriu fielmente com sua missão constitucional de colocar essa gentalha no seu devido lugar – presídio. É claro que falta muita gente que caminhou junto dele, mais ainda, dentro da sua cozinha, lado a lado.
Que comportamento é esse de dar uma entrevista para a imprensa internacional e criticar a mais alta corte dessa Nação. Conduta típica de ex-presidente tupiniquim, de republiqueta de bananas, ditador, baixo e vil. De tabela, também criticou o Ministério Público Federal. O que esse senhor pensa? Olha com quem vem caminhando nesses últimos anos: Renan Calheiros, José Sarney, Collor de Mello, Jader Barbalho, Paulo Maluf, Edson Lobão, Moreira Franco.
Recentemente, estava caminhando no mundo da internet e deparei-me com um vídeo onde o ex, atual adjunto e talvez futuro, estava falando alhos e bugalhos desses companheiros citados. O que posso pensar? Todos farinha do mesmo saco, todos no mesmo balaio, chafurdando na lama e lambendo mutuamente. Daí, recordo de um samba, salvo engano do Martinho da Vila, em que ele canta que nos dias atuais o gato dá queijo pro rato e o rato dá peixe pro gato; aí, José, não tem despensa que dá conta. Traduzind a vaca vai pro brejo.
Diante dessa falta de coerência, ética, compromisso com a coisa pública, o que pregou num passado não muito distante me leva ao ensinamento do saudoso mestre João Fatureto, mais ou menos assim: “quem come farelo, com porcos andam, passa a ter o mesmo odor fedorento, as mesmas características, comportamentos, anda de quatro e chafurdam no mesmo coxo”.
Este ano temos eleição. Quem colocou toda essa gentalha para governar? Quem votou neles! Alguns nomes citados têm mais de quarenta, cinquenta anos de vida pública, coloco com “p” minúsculo, pois o comportamento praticado com a coisa Pública é o mesmo. Todos: farinha do mesmo saco. Feliz Dia do Trabalho! Tem algo pra comemorar diante desse quadro nefasto?