
(Foto/André Rigue)
O álbum oficial da Copa do Mundo de 2026 começou a ser vendido nesta semana, marcando o início de mais uma temporada de colecionismo entre torcedores. A expectativa em torno do torneio movimenta o mercado, especialmente em países com tradição no futebol, como o Brasil.
Segundo o CEO da Panini na América Latina, Raul Vallecillo, o desempenho da Seleção Brasileira tem impacto direto nas vendas. De acordo com ele, embora o evento tenha apelo global e atinja diferentes públicos, fases positivas da equipe nacional tendem a estimular maior procura pelos produtos.
O Brasil figura entre os maiores consumidores de álbuns e figurinhas do mundo, mantendo presença constante entre os três principais mercados da empresa. Outros países com histórico forte no futebol também apresentam alto volume de vendas, mas o público brasileiro se destaca pela regularidade.
Em relação aos preços, a empresa adota uma política de alinhamento entre mercados internacionais, com variações influenciadas principalmente pelos custos de produção e pelo tamanho da coleção. Para esta edição, os pacotes passaram a incluir mais figurinhas, o que, segundo a empresa, pode facilitar a conclusão do álbum pelos colecionadores.
Os envelopes são vendidos a R$ 7,00 e contam com sete figurinhas, podendo chegar a oito em casos especiais. Já os álbuns têm versões com preços que variam de R$ 24,90 a R$ 79,90, dependendo do acabamento.
A nova coleção também mantém parcerias comerciais, com distribuição de figurinhas em embalagens de produtos, ampliando as formas de acesso ao público.