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CDL volta a defender feriados nas segundas e sextas-feiras

Para a CDL, 90% dos negócios brasileiros são representados por micro e pequenas empresas, segmento que mais sofre com o excesso de folgas

Thassiana Macedo
Publicado em 30/12/2014 às 21:07Atualizado em 17/12/2022 às 02:01
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O ano de 2015 vai cair como luva para quem gosta de feriadão. No entanto, o excesso de folgas pode prejudicar a realização de negócios e, consequentemente, o andamento normal da economia. Por isso, o comércio volta a defender proposta sustentada pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas, que fixa comemoração de feriados nas segundas e sextas-feiras, com exceção feita aos feriados nacionais que caírem nos sábados e domingos e às datas comemorativas referentes aos dias 1º de janeiro (Confraternização Universal), 7 de setembro (Independência), 2 de novembro (Finados) e 25 de dezembro (Natal).

O presidente da CDL, Miguel Faria, destaca que cerca de 90% dos negócios brasileiros são representados por micro e pequenas empresas. “O segmento é o que mais sofre com as paradas motivadas pelos feriados estendidos. É horrível para o comércio quando o feriado se dá numa terça ou quinta-feira. Muitos órgãos públicos emendam os feriados, caso seja decretado ponto facultativo um dia antes ou depois do feriado, o que provoca uma recaída no setor comercial. Para nós não é bom. No caso de Uberaba, por exemplo, por se tratar de uma cidade polo, muitas pessoas vão para outros centros”, avalia.

Porém, Miguel Faria observa que o novo ano que se aproxima será muito interessante para o segmento lojista, pois a maioria dos feriados cairá numa segunda ou sexta-feira. Apenas a Proclamação da República, celebrada dia 15 de novembro, cairá no fim de semana novamente. Os feriados nacionais com dias fixos de 2015 ocorrem, na maioria, nas segundas ou nas sextas-feiras. Os demais feriados, como 1º de janeiro, Tiradentes e Corpus Christi, caem em terças ou quintas-feiras. No caso de Uberaba, há ainda três feriados municipais: no aniversário da cidade, dia 2 de março, segunda-feira; no Dia de Nossa Senhora da Abadia, Padroeira da cidade, 15 de agosto, sábado, e no Dia da Consciência Negra, 20 de novembro, sexta-feira.

Considerando somente essas datas, Faria destaca que serão três dias enforcados, sem levar em conta a segunda-feira de carnaval e outros dez dias sem trabalho, com paradas prolongadas ao longo do ano. “Estamos num momento em que o país precisa crescer, trabalhar mais, além de criar mais expectativa de vendas e de progresso”, completa.

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