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Coordenadoria assina termo de cooperação com Lar da Caridade

Coordenadoria Regional das Promotorias da Infância e Juventude do Triângulo Mineiro formata Termo de Cooperação Técnica

Thassiana Macedo
Publicado em 17/06/2015 às 07:32Atualizado em 16/12/2022 às 23:41
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Coordenadoria Regional das Promotorias da Infância e Juventude do Triângulo Mineiro está formatando Termo de Cooperação Técnica entre o Lar da Caridade e a Vara da Infância para o desenvolvimento de projeto de apadrinhamento afetivo que envolve toda a comarca, sendo Uberaba e cidades da jurisdição. Portaria oficializando a parceria ainda não foi emitida, mas o processo não deve demorar.

De acordo com o promotor de Justiça André Tuma Delbim Ferreira, o projeto é voltado a crianças e adolescentes institucionalizados sem perspectivas de reintegração familiar ou colocação em famílias adotivas. “O projeto tem como objetivo fornecer referências afetivas seguras para essas crianças e adolescentes. Sabemos o quanto é importante o afeto nessa fase do desenvolvimento e como é cruel que tais pessoas em estágios peculiares de desenvolvimento sofram sem tal presença afetiva. Por mais boa vontade e capacidade que profissionais das entidades de acolhimento tenham, nada substitui a atenção e o carinho individuais”, esclarece.

Ainda segundo Tuma, várias pessoas procuram a Vara da Infância, perguntando como podem ajudar essas crianças e adolescentes, sendo essa uma saída viável. “Nesse projeto é possível que os padrinhos passem datas festivas, como Natal, réveillon, aniversários, entre outras; realizem passeios e viagens e deem o suporte emocional necessário para os apadrinhados. Para tanto, vamos organizar o cadastramento de interessados no programa de apadrinhamento, parecido com o cadastramento para a adoção, mas diferente em seus fins, obviamente. As instituições de acolhimento irão fornecer as listas das crianças e adolescentes que poderão ser inscritas no programa, conforme os critérios estabelecidos na portaria judicial respectiva”, informa o promotor.

Pelo projeto, uma vez estabelecido o perfil, haverá a elaboração de um plano de convivência familiar de apadrinhamento dessas crianças e adolescentes. “Haverá três equipes psicossociais realizando o acompanhamento e monitoramento do programa: as equipes das instituições, a equipe do Judiciário e uma equipe específica de acompanhamento, que será a do Lar da Caridade”, completa André Tuma.

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