Viralizou nas redes sociais a foto e o relato de uma empresária de 25 anos que ficou com os dedos do pé arroxeados e as unhas amareladas após pisar em um animal chamado gongolo, também conhecido como piolho de cobra. O gongolo é da classe dos diplópodes (patas duplas) e não é venenoso. Apesar do nome, piolho-de-cobra não é um piolho de verdade e tampouco é encontrado em cobras.
Segundo ela contou, no dia da infecção seguia sua rotina normalmente, caminhando até o trabalho por cerca de dez minutos. Ao chegar lá percebeu que havia um bicho no seu sapato e, por isso, bateu o tênis que usava. O gongolo saiu e ela o matou. A empresária seguiu trabalhando e, ao chegar em casa após o expediente, ela percebeu que o pé estava com outra coloração.
Acreditando ser algum tipo de sujeira, a empresária entrou no banho. “Quando eu cheguei em casa às 19h da noite, quando eu tirei um tênis, vi que o meu pé estava desse jeito! Eu entrei em desespero total!! Comecei a gritar! A pedir socorro! Minha mãe me colocou no box, comecei a lavar o pé com sabão e nada dessa ‘mancha’ sair”, conta. Na sequência, ela foi para o hospital, onde passou por três médicos antes de descobrir do que se tratava.
Segundo ela, os médicos a informaram que seria preciso cuidar da ferida, porque esse tipo de animal solta uma substância que queima a pele e a secreção que eles soltam necrosa a pele. “E essa parte que está preta, pode descamar, eu posso perder a unha, mas disse que está tudo dentro do normal. Agora é observar os próximos dias, isso pode durar de 7 a 15 dias”, diz.