GERAL

Empresas começam a restringir o uso incorreto de celulares no trabalho

Empresas começaram a restringir o uso do celular, em especial para o acesso de redes sociais como WhatsApp e Facebook, por funcionários

Thassiana Macedo
Publicado em 17/05/2015 às 12:57Atualizado em 17/12/2022 às 00:07
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Empresas começaram a restringir o uso do celular, em especial para o acesso de redes sociais como WhatsApp e Facebook, por funcionários. A medida, segundo o CDL Uberaba, vem sendo tomada em razão do uso abusivo dessas tecnologias, que dispersa a atenção do empregado e prejudica o desempenho dele no trabalho.

Para o presidente da entidade e vice-presidente da Federação das CDLs de Minas Gerais, Miguel Faria, o avanço nas tecnologias de internet móvel, como as redes 3G, 4G e Wi-Fi permite o acesso em qualquer lugar, mas a facilidade em se comunicar começa a se tornar um problema no ambiente de trabalho. “Por isso, muitas empresas estão proibindo esse tipo de comunicação e nós sabemos que a medida é salutar. Os empregados que utilizam as redes sociais para uso pessoal, trazem um resultado negativo para a empresa”, afirmou.

Neste sentido, o dirigente lojista defende a normatização de regras no ambiente de trabalho para solucionar o problema, cujas definições devem ser formalizadas entre as partes. Segundo Faria, as empresas devem mostrar aos colaboradores o prejuízo que pode causar o uso descontrolado de redes sociais durante o trabalho e, caso queiram, podem liberar o acesso às redes sociais apenas nos intervalos. “Em casos específicos, algumas empresas até utilizam as redes sociais, como WhatsApp e Facebook, no negócio, mas a grande maioria ainda não sabe usar essas ferramentas que potencializam a comunicação. Participo de redes de empresários, para troca de informações em tempo real. Isso facilita na tomada de decisões rápidas para incrementar o negócio”, avaliou o dirigente.

O diretor de Tecnologia e Informática da CDL Uberaba, José Adolfo da Silva Júnior, entende que o ideal é que o empresário reúna os funcionários e proíba o acesso do celular no horário de expediente, exceto nos intervalos. “Em contrapartida, libere o telefone da empresa para receber ou fazer ligações de emergências”, ressaltou.

Para o diretor, o vilão não é só o WhatsApp, que corresponde a apenas um dos mensageiros instantâneos que toma cerca de 13% do tráfego de internet móvel no país. “De acordo com estudo da Ericsson, divulgado há dois meses, a rede social Facebook, que também tem mensageiro instantâneo, lidera, com 28%, seguida pela rede social de vídeos YouTube, com 15% e o navegador Chrome, com 16%. Outros aplicativos semelhantes ocupam os demais 22%”, esclareceu José Adolfo.

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