Ouvido pela reportagem do Jornal da Manhã, o ex-prefeito Anderson Adauto (PRB) afirmou que a contratação emergencial foi realizada para divulgar ações extremamente importantes da administração municipal, como a mudança do transporte coletivo, que passou para o sistema de integração, além do início das aulas, a epidemia da dengue, editais de contratações e, ainda, o pagamento do IPTU, no ano de 2007.
Ele diz que neste tipo de contratação, por meio de decreto emergencial, todo o pagamento em publicidade foi feito pela agência, que contratou os serviços junto aos veículos de comunicação. Neste sentido, ele justifica a escolha das testemunhas.
AA também esclarece que agentes públicos são penalizados em uma lógica em que a legislação permite a contratação por emergencialidade. “Em um momento de excepcionalidade, pode se fazer uma contratação sem licitação, e sempre fui muito parcimonioso nisso. Em oito anos, pode-se contar nos dedos quantas vezes fiz isso. Neste caso, não era ano eleitoral. Todas as ações tinham que ser divulgadas, principalmente no início do ano. Fazendo a análise, na condição de gestor, eu julguei que poderia fazer a contratação da agência sem licitação”, conclui.