Até algumas semanas, o Facebook enfrentava diversas polêmicas envolvendo o vazamento, falta de segurança e venda de dados dos usuário.
Nessa semana, Mark Zuckerberg percebeu que estava na hora de mudar alguma coisa. Não bastasse o descrédito da empresa, principalmente nos Estados Unidos, o crescimento de usuários foi freado.
O próprio CEO admitiu muitas pessoas não pensam que a rede social é segura. A companhia lucra horrores graças à coleta de dados em massa de seus usuários, que permite criar perfis para o direcionamento altamente preciso de publicidade. Praticamente todas as suas receitas foram com anúncios publicitários.
O plano é possibilitar o envio de mensagens e dados de forma menos invasiva à privadiade dos contatos usando qualquer um dos serviços da empresa. Dessa forma, seria construído um verdadeiro império de comunicação entre Facebook Messenger, WhatsApp e Instagram, sistemas de pagamentos e vendas de sites integrados aos aplicativos também começaram a dar as caras nos apps em 2018.
Zuckerberg, também promete “não armazenar dados sensíveis em países com fraco histórico em direitos humanos como privacidade e liberdade de expressão”. O CEO admitiu, inclusive, que pode deixar de operar em alguns países – a Rússia é um dos exemplos mais proeminentes na exigência de armazenamento local de dados de empresas de tecnologia.
Por fim, há planos de armazenar menos dados mundialmente e permitir que o usuário apague seu histórico de chats com alguma periodicidade. Nenhuma dessas mudanças impõe um fim ao Facebook como conhecemos hoje. O Feed de Notícias, as publicações disponíveis para todos e a coleta de dados devem continuar, mas de forma menos hostil.
* Com dados do site Gizzmodo