Primeira parcela será liberada junto com o benefício mensal; segunda parcela sai entre 25 de maio e 8 de junho para 35,2 milhões de segurados
O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) inicia o pagamento da primeira parcela do 13º salário para aposentados e pensionistas no dia 24 de abril. O valor será depositado junto com o benefício mensal, seguindo o calendário regular da Previdência Social.
A segunda parcela será liberada entre 25 de maio e 8 de junho, mantendo a prática de antecipação de valores para o primeiro semestre, adotada desde 2020. Ao todo, a gratificação natalina beneficiará cerca de 35,2 milhões de segurados e deve injetar R$ 78,268 bilhões na economia.
O pagamento segue a ordem do final do número do benefício, sem considerar o dígito verificador. Segurados com direito a um salário mínimo (R$ 1.518) recebem primeiro, seguidos pelos que ganham acima do mínimo até o teto da Previdência, atualmente em R$ 8.475,55.
Calendário do 13º para 2026
Benefícios iguais ao salário mínimo:
Benefícios acima do salário mínimo:
O depósito é feito na conta em que o segurado recebe o benefício, sempre considerando o final do número do benefício sem incluir o dígito verificador.
Quem tem direito:
Recebem o 13º aposentados, pensionistas e beneficiários de auxílios. Não têm direito beneficiários do Benefício de Prestação Continuada (BPC) ou Renda Mensal Vitalícia (RMV). Para aposentados que ingressaram em janeiro ou anos anteriores, a primeira parcela corresponde à metade do valor do benefício. Para quem se aposentou após fevereiro, o pagamento é proporcional aos meses de benefício.
Como consultar o valor:
O segurado pode acessar o extrato do 13º pelo aplicativo ou site Meu INSS, usando login no portal Gov.br. A primeira parcela não sofre desconto do Imposto de Renda; a segunda parcela terá desconto conforme regras vigentes. A nova faixa de isenção beneficia quem ganha até R$ 7.350, e aposentados a partir de 65 anos têm cota extra de isenção.
A antecipação do 13º foi regulamentada para ocorrer sempre no primeiro semestre, como prática mantida desde o governo Bolsonaro, após iniciativas anteriores durante a pandemia e medidas de governos anteriores, como os de Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff.