Leitor do Bairro Manoel Mendes procurou a Redação do Jornal da Manhã para denunciar residência que está causando desconforto aos moradores
Lixo acumulado em frente a casa gera desconforto em toda a vizinhança, no Manoel Mendes
Leitor do Bairro Manoel Mendes procurou a Redação do Jornal da Manhã para denunciar residência que está causando desconforto aos moradores vizinhos. Segundo o denunciante, a casa está localizada na rua Jurandir Cordeiro. “Não sabemos dizer se o proprietário tem algum tipo de problema psicológico, mas a verdade é que ele junta lixo da rua e leva para dentro de casa. Deve ter, aproximadamente, dois caminhões de entulhos dentro do imóvel”, explica.
Ele pontua que não foi negligência da Prefeitura, uma vez que o morador não deixa os agentes de endemias da Zoonoses entrar para vistoria, tendo inclusive ameaçando os mesmos com uma faca enquanto tentaram realizar o trabalho. “Já acionamos o Departamento de Posturas também, mas ele é esperto. Toda vez que vão ao local, ele foge. Não deixa ninguém entrar”, acrescenta.
O denunciante pede providência dos órgãos competentes, uma vez que a situação passou a ser um problema de saúde pública. “Na rua já foram registrados vários casos de dengue”, fecha.
De acordo com o diretor do Centro de Controle de Endemias e Zoonoses, da Secretaria de Saúde, Antônio Carlos Barbosa, na quinta-feira, 16, realizaram contato direto com o morador e acertaram que no outro dia, sexta-feira, 17, seriam iniciados os trabalhos de retirada do lixo no imóvel. Porém, chegando ao local, o proprietário proibiu a continuidade dos trabalhos. “Diante do fato - explica Antônio Carlos - o supervisor entrou em contato com o Departamento de Vigilância Sanitária”. “Infelizmente, não quis diálogo e, diante da ocorrência, encaminhamos para a Promotoria de Saúde termo de ordem de adentramento na residência”, informa o diretor, acrescentando que no interior imóvel encontra-se, no mínimo, quatro caminhões de entulho, sendo que há vários recipientes que possam vir a acumular água parada, proliferando o mosquito da dengue. “Temos por obrigação resolver o problema lá existente, principalmente tendo em vista o índice de infestação de 4,5% no bairro”, frisa.