AÇÃO

Operação Sinergia mira empresários que teriam lesado Minas em R$ 900 milhões e entra na sétima fase

Investigados podem responder por associação criminosa, falsidade ideológica e lavagem de dinheiro

O Tempo/Por Juliana Siqueira
Publicado em 05/12/2024 às 08:08Atualizado em 05/12/2024 às 08:16
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 (Foto: MPMG/Divulgação)

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A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) integrou, nesta quarta-feira (4 de dezembro), a sétima fase da operação Sinergia. A ação é voltada para a apuração de fraudes tributárias por empresas que produzem, comercializam e reciclam sucata de cobre, vergalhões, fios e outros materiais.

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) integrou, nesta quarta-feira (4 de dezembro), a sétima fase da operação Sinergia. A ação é voltada para a apuração de fraudes tributárias por empresas que produzem, comercializam e reciclam sucata de cobre, vergalhões, fios e outros materiais. Os investigados podem responder por associação criminosa, falsidade ideológica e lavagem de dinheiro.

A ação teve como objetivo o cumprimento de 36 mandados de busca e apreensão em 16 municípios de oito estados: Minas Gerais, São Paulo, Espírito Santo, Goiás, Pará, Ceará, Paraíba e Maranhão.

Conforme a PCMG, a Operação Sinergia revelou, desde 2021, a existência de fraudes feitas por empresários. Nesta quarta-feira, as residências dos empreendedores foram alvo da ação, assim como sede de empresas. A estimativa é de que os suspeitos tenham lesado Minas Gerais em cerca de R$ 900 milhões.

“As investigações apontam que empresas mineiras dedicadas à produção de fios e vergalhões adquirem a matéria-prima (sucata) sem nota fiscal. Para acobertar tal aquisição sem nota, eram forjadas operações simuladas com empresas fantasmas situadas em outros estados, em virtude das quais, além da regularização do estoque, havia a transferência de créditos frios de ICMS, que eram utilizados para a sonegação do ICMS devido ao Estado de Minas Gerais”, apontou a PCMG.

A operação contou com a atuação de 21 promotores de Justiça, 85 auditores fiscais da Receita Estadual de Minas Gerais, 10 servidores de outras receitas estaduais, 11 delegados de polícia, 11 servidores do Ministério Público, 75 policiais militares e 58 policiais civis dos estados envolvidos.

Conforme a PCMG, a Operação Sinergia revelou, desde 2021, a existência de fraudes feitas por empresários. Nesta quarta-feira, as residências dos empreendedores foram alvo da ação, assim como sede de empresas. A estimativa é de que os suspeitos tenham lesado Minas Gerais em cerca de R$ 900 milhões.

“As investigações apontam que empresas mineiras dedicadas à produção de fios e vergalhões adquirem a matéria-prima (sucata) sem nota fiscal. Para acobertar tal aquisição sem nota, eram forjadas operações simuladas com empresas fantasmas situadas em outros estados, em virtude das quais, além da regularização do estoque, havia a transferência de créditos frios de ICMS, que eram utilizados para a sonegação do ICMS devido ao Estado de Minas Gerais”, apontou a PCMG.

A operação contou com a atuação de 21 promotores de Justiça, 85 auditores fiscais da Receita Estadual de Minas Gerais, 10 servidores de outras receitas estaduais, 11 delegados de polícia, 11 servidores do Ministério Público, 75 policiais militares e 58 policiais civis dos estados envolvidos.

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