Diretor da Zoonoses, Antônio Carlos Barbosa, orienta que não existem casos de doenças transmitidas pelo animal no Brasil
Chuva constante aumenta a incidência de caramujos africanos. Em Uberaba, as aparições do animal em terrenos, casas e locais úmidos gera apreensão. Moradores de vários bairros estão preocupados com os lotes baldios que acumulam mato e acabam se tornando ambientes propícios à reprodução da praga.
Segundo o diretor do Centro de Controle de Zoonoses, Antônio Carlos Barbosa, no Brasil não existem casos de doença relacionada ao caramujo, porém muitas pessoas se sentem incomodadas com a presença do molusco. “Em períodos de chuva sempre há a proliferação do caramujo, que foi introduzido no país para alimentação. Muitas pessoas se sentem constrangidas quando encontram em terrenos, mas o recolhimento é tranquilo. Basta pegá-lo com uma luva, essas que todos têm casa, colocá-lo em um saco plástico, se tiver sal ou cal, coloque dentro do saco e o molusco vai morrer, e depois jogue fora. O lixeiro fará o destino final”, explica.
Uma outra alternativa é procurar a Zoonoses, ainda mais em locais onde a incidência for maior. Os agentes irão até o local, farão o recolhimento e ainda deixarão folheto explicativo sobre o caramujo africano. Os telefones da Zoonoses sã 3315-4173, 3317-4660 e 9199-7115.