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Pesquisa na Ceasa aponta estabilidade nos preços dos hortifrútis

Publicado em 27/10/2015 às 15:32Atualizado em 16/12/2022 às 21:36
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Foto/Arquivo

De acordo com a Ceasa, os alimentos sazonais devem sofre elevação nos valores

Divulgada nesta segunda-feira (26), por meio da Secretaria Municipal de Desenvolvimento do Agronegócio (Sagri), a última cotação de preço dos alimentos hortifrutigranjeiros comercializados na Central de Abastecimento (Ceasa) de Uberaba. Conforme vem se observando ao longo dos meses, os valores dos hortifrútis sofreram poucas alterações.

De acordo com o gerente da Ceasa, Artur Batista de Paiva, os produtos que têm maior procura e são vendidos durante todos os meses, devem manter seus preços estáveis até o fim do ano. “Essa estabilidade se deve ao acréscimo de produtores cadastrados na Ceasa, que já está 20% maior do que em 2014”, explicou.

Já os alimentos sazonais devem sofrer elevação nos valores, segundo Artur. “As frutas sazonais, que são aqueles alimentos fora de época, tem aumento de preço justamente porque tem época específicas de produção. Por isso, é importante comparar os valores dos estabelecimentos e se informar sobre os níveis de produção do município”, ressalta o gerente.

A quantidade de alimentos produzidos até o mês de setembro já foi capaz de superar os números do ano passado, de acordo com levantamento feito pela Sagri. Para Artur, a produção dos próximos meses também deve aumentar. “Apesar de ter tido uma redução na produção em função do calor, a expectativa é de boa produção, tendo em vista o aumento no cultivo”, destacou.

Pesquisa. O levantamento apontou queda de R$10 no preço da caixa de 17 kg Jiló, que agora é encontrado por R$25. Outro produto que ficou mais barato é o pimentão. A caixa de 13kg é vendida por R$30. Já o saco de 20 kg da cebola permanece o mesmo preço, de R$20.

O preço das caixas de 25 kg da cenoura e da beterraba se mantém em R$25, por mais uma semana. As duas variações de banana, prata e nanica, vendidas em caixas de 16 kg, também mantiveram o preço de R$15, o mesmo da dúzia de alface. O consumidor pode apostar na caixa de 22 kg de laranja, que mantém seu preço em R$20. Continua custando R$1 cada quilograma da melancia.

O preço da caixa de 12 kg da vagem e do saco de 20 kg de batata são encontrados na Ceasa por R$70. A caixa de 30 kg de repolho estabilizou seu preço em R$20 e a do abacate de 22 kg em R$90. Quem aprecia o limão taiti deve desembolsar R$100 pela caixa de 22 kg e R$48 pela dúzia da couve-flor. A caixa de 20 kg da maçã nacional e a de 14 kg do quiabo são encontradas, respectivamente, pelo valor de R$80 e R$60.

Subiu. O preço da caixa de 18 kg do mamão formosa é encontrado agora por R$30. Já a caixa de 22 kg da abobrinha e de tomate são vendidas pelo mesmo valor, fixado em R$60. Outra verdura que também aumentou o preço é o chuchu. A caixa de 22 kg custa cerca de R$ 80.

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