Basta andar um pouco em avenidas movimentadas ou nas ruas centrais para se deparar com outdoors, que são colocados justamente em áreas onde há muita circulação de carros e pedestres. Porém, para a instalação desses painéis existem alguns critérios que não estão sendo respeitados por algumas empresas na cidade, que acabam ficando em situação irregular. Por esta razão, o Departamento de Posturas tem intensificado o serviço de fiscalização no intuito de combater irregularidades.
De acordo com o chefe de fiscalização, Renê Inácio de Freitas, hoje em Uberaba existem entre 600 a 700 outdoors. “Nos nossos registros há oito empresas que exploram esse tipo de atividade na cidade. Quanto à fiscalização, em primeiro lugar, estamos trabalhando para a regularização dessas empresas. Mas pedimos àqueles que buscam esse tipo de serviço que fiquem atentos em como está a situação junto ao município dessa empresa que está contratando”, explicou.
Entre os critérios para instalação de outdoors estão a regularização da empresa e a limpeza do terreno. “O local também deve ser murado. Além disso, o outdoor não pode atrapalhar a visibilidade da sinalização de trânsito, tanto para os pedestres quanto para os condutores de veículos automotores”, destaca o chefe do departamento.
Renê ainda aponta que o departamento já identificou diversas empresas sem o alvará para funcionamento e exploração da atividade. “Aqueles que não se adequarem serão penalizados e, se não quiserem se encaixar às normas, terão que mudar de atividade. Vale ressaltar que a multa pode chegar a quase R$ 6 mil por outdoor”, afirma.
Alterações na lei. O chefe da fiscalização do município salientou que um projeto está em pauta para que sejam feitas alterações em alguns itens pontuais levantados durante todo o ano de 2015. “Assim que nós conseguirmos definir todos esses pontos a fiscalização será energizada. Com as discussões e propostas apresentadas pelas empresas, além do que a Prefeitura avaliou e analisou, a sinalização veio de encontro para que no próximo ano nem os donos das empresas que exploram a atividade nem o cliente que contrata o serviço ou a própria PMU saíam no prejuízo”, avalia Renê Freitas.