Pedido de habeas corpus impetrado pela defesa do zootecnista Djalma Bessa Ferreira continua em andamento no Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG)
Pedido de habeas corpus impetrado pela defesa do zootecnista Djalma Bessa Ferreira continua em andamento no Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG). Ele é o principal suspeito de ter assassinado o empresário Antonio Alberto Stacciarini, de 69 anos, no dia 2 de abril de 2011. Djalma Bessa está preso desde o dia 18 de abril na Penitenciária “Aluizio Ignácio de Oliveira”, mas a prisão temporária, de trinta dias, expira no próximo domingo, dia 19 de maio. O relator, desembargador Nelson Messias de Morais, da 2ª Câmara Criminal, negou a liminar para libertar o acusado, feita dentro do habeas corpus. Antes de se posicionar sobre a liberdade, o relator solicitou uma série de informações às partes. Ele ainda pediu que fossem anexados nos autos a Certidão de Antecedentes Criminais (CAC) e a Folha de Antecedentes Criminais (FAC) de Djalma Bessa. Ontem, as informações prestadas pelo juiz Ricardo Cavalcante Motta, titular da 1ª Vara Criminal, foram juntadas ao pedido que, logo em seguida foi encaminhado para parecer à Procuradoria-Geral de Justiça. Somente após este parecer, o relator poderá se manifestar sobre o deferimento ou não da liberdade do principal suspeito do assassinato do empresário. O habeas corpus foi impetrado no dia 26 de abril, pelo advogado de defesa Cláudio Fontoura, após o juiz de primeira instância negar o relaxamento da prisão temporária, justificando a necessidade de se permitir a “investigação plena” do crime. Mota também foi o autor da decretação da prisão temporária, solicitada pelo delegado do Departamento de Investigações de Homicídios e Proteção à Pessoa de Belo Horizonte, Alexandre Oliveira Fonseca.