GERAL

Setores sucroalcooleiro e adubos melhoram performance industrial

No levantamento do mês de outubro de 2015, divulgado pela Fiemg, a indústria da região apresentou queda

Geórgia Santos
Publicado em 14/01/2016 às 11:58Atualizado em 16/12/2022 às 20:30
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Foto/Arquivo

Para Nagib Facury, essa melhora aconteceu devido a diversificação da economia, sobretudo em Uberaba 

Indústria no Triângulo Mineiro apresenta melhoras no faturamento e horas trabalhadas na produção. No levantamento do mês de outubro de 2015, divulgado pela Fiemg, a indústria da região apresentou queda na maioria dos indicadores e em apenas nestes dois houve melhoras. Porém, os empresários não acreditam que o resultado significa uma “luz no fim do túnel”.

O faturamento cresceu 7,3% em outubro diante do mês de setembro de 2015. A variável apresentou elevação de 7,1% quando comparada com outubro de 2014. Já as horas trabalhadas houve expansão de 3,9% em relação a setembro de 2015. Com relação ao mês de outubro de 2014, o indicador aumentou 1,1%. “Apesar deste resultado, ainda acredito em números negativos em 2016”, revela o presidente da regional Fiemg, Nagib Facury.

Segundo Nagib, essa melhora nos dois indicadores aconteceu devido a diversificação da economia, sobretudo em Uberaba, que é uma cidade em que a economia está voltada para o agronegócio. “O setor sucroalcooleiro, com a correção dos números do álcool, trouxe um alívio. E por outro lado, a Petrobras reajustou a gasolina. A safra do setor terminou com números positivos e isso foi bom para indústria. O setor de adubo, que terminou safra, também gerou números positivos, assim como a carne, que está ligada à exportação, que é um grande negócio”, explica o presidente da Fiemg. 

Mas, esses indicadores não devem continuar com números positivos nas próximas pesquisas. Segundo Nagib, o período de safra destes setores já passou, e por isso ele acredita que não haverá melhora na indústria em 2016. Ainda será um ano de índices negativos, voltando a ter melhora somente no período de safra destes setores. “Acredito que os setores ligados ao agronegócio não terão influência negativa, mas o restante da indústria como um todo continuará com números ruins, possivelmente ainda piores do que foi em 2015”, destaca o presidente.

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