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TJ mantém decisão de levar a júri envolvidos na morte de professora

Em decisão proferida pelo juiz da 1ª Vara Criminal, Ricardo Cavalcante, em julho de 2014, trio foi condenado a 88 anos

Thassiana Macedo
Publicado em 05/12/2015 às 10:05Atualizado em 16/12/2022 às 21:01
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Foto/Arquivo

Ricardo Motta condenou o trio a 88 anos de reclusão por latrocínio

Rodrigo Matheus de Lima Fonseca, Lucas Gonçalves de Sousa e Maycon Gonçalves de Souza continuam sujeitos a julgamento pelo Tribunal do Júri. Desembargadores da 6ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) negaram recurso de embargos declaratórios interposto pelo Ministério Público Estadual.

Em decisão proferida pelo juiz da 1ª Vara Criminal, Ricardo Cavalcante Motta, em julho de 2014, o trio foi condenado a 88 anos de reclusão por latrocínio. Na individualização das penas, o magistrado aplicou as condenações resultantes de sete denúncias de roubo e duas de latrocínio, sendo um consumado e outro tentado, como prevê a legislação penal, fixando em 29 anos e seis meses de prisão para cada um. No entanto, esta sentença foi anulada em outubro deste ano pelo próprio TJ.

Com esta nova decisão do Tribunal de Justiça, os três réus continuam a responder por homicídio, visto que o assalto realizado pelo trio a um bar no bairro Abadia resultou na morte da professora Natalya Dayrell de Carvalho, atingida em 2013 por uma bala perdida quando se escondia dos assaltantes. No entanto, chegou a ser comprovado que o tiro havia sido disparado pela arma do policial militar à paisana no local durante uma perseguição.

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