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Uberaba não terá urna de votação paralela para auditoria do sistema

Nenhuma urna eletrônica da comarca uberabense será destinada a votação paralela, que vem a ser uma auditoria por amostragem

Daniela Brito
Publicado em 05/10/2014 às 14:59Atualizado em 17/12/2022 às 03:22
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Nenhuma urna eletrônica da comarca uberabense será destinada a votação paralela, que vem a ser uma  auditoria por amostragem que comprova a integridade e confiabilidade dos equipamentos utilizados nas votações. A definição dos equipamentos foi feita por meio sorteio, realizado na manhã ontem, durante audiência pública no Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais, em Belo Horizonte.

As quatro urnas eletrônicas sorteadas estão instaladas em Belo Horizonte, Contagem, Juiz de Fora e Uberlândia.

Ao final da votação, os equipamentos serão retirados de seus locais de origem e transportados, de carro ou avião – cedido pelo Gabinete Militar do Governo do Estado -, para o TRE-MG, onde ficarão sob a vigilância da Polícia Militar. O procedimento funciona como uma auditoria para comprovar a segurança e a confiabilidade do sistema informatizado de votação, por meio da comparação dos resultados da votação na urna eletrônica e em duas mil cédulas de papel, sendo 500 por equipamento.

Nestas eleições, o TRE-MG limitou o sorteio das urnas para a votação paralela a uma urna da Capital e três de municípios com mais de duzentos mil eleitores, em razão das dificuldades operacionais e dos custos para busca de urnas em cidades muito distantes e de seu transporte para Belo Horizonte.

A votação paralela foi instituída pelo órgão nas eleições municipais de 2000 e, desde 2008, todo o processo é acompanhado por uma empresa de auditoria externa, contratada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). 

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