Caro amigo leitor, aqui estou novamente
Caro amigo leitor, aqui estou novamente, para alegria de muitos e tristeza de uns poucos. Hoje, neste espaço, quero tecer alguns comentários a respeito dessa ilustre pessoa lançada no título deste artigo. Primeiramente, cumpre salientar que o Moura Miranda sempre disse em alto e bom tom que é um particular amigo do meu pai, Irmão Raul. Acredito piamente quando assim o diz. Mais ainda, conta uma passagem onde o meu pai o convidou para almoçar “um arroz com linguiça” – uma das comidas prediletas do meu genitor. Desta feita, costumo dizer que as pessoas amigas do meu pai são também amigas minhas. Assim, tenho o Moura Miranda como um dileto amigo, um profissional respeitadíssimo, um exemplo quando defende a instituição família. Enfim, sou fã de carteirinha dessa pessoa muito estimada e respeitada em nossa sociedade. Conhece a história do futebol uberabense como poucos, uma verdadeira enciclopédia. O meu dileto amigo comanda um programa no rádio uberabense, o propalado “Boca Livre”; o pessoal aqui do Jornal do Manhã não vai ficar chateado comigo, pois estou falando a verdade, e não desmerecendo os ótimos programas matinais do Grupo JM. Pois bem, no programa “Boca Livre”, o ilustre comandante, Moura, tem a companhia do Edson Santana e de Élvia Moraes, dois ilustres jornalistas do mais alto gabarito e que esta cidade ainda vai reconhecê-los pela qualidade e combatividade desses jovens. No início do programa, o comandante Moura faz alguns comentários dos noticiários, ou ainda de algum fato que está em evidência. Logo após, o telefone fica à disposição do público ouvinte, para que este interaja, faça questionamentos favoráveis ou não. Aí é que o bicho pega. O programa tem audiência de um público muito variado. Vou logo explicand vários segmentos de toda nossa cidade e região escutam e palpitam. Tenho medo de citar alguns nomes, pois, com certeza, vou me esquecer de alguém. O ex-prefeito Anderson Adauto, inclusive, fez questão de participar de um debate, ao vivo, com alguns ouvintes “ilustres”, que ele chamou e chama de agourentos. O meu nome estava e está entre os “agourentos” – tô morrendo de preocupação –, nem durmo direito, acredita? Pois bem, para lá ligam os defensores do Lula e da Dilma, do Anastasia, Paulo Piau; como não poderia ser diferente, ligam os contrários. Entre os que defendem e combatem, eis que surge a figura do comandante Moura, como verdadeira cerca elétrica – sempre em cima do muro. Vez ou outra, alguns respingos mancham sua vestimenta – no bom sentido, é claro! Falo desta maneira tendo em vista que, em determinados assuntos, o ilustre comandante deveria dar nomes aos bois, principalmente em algumas questões da nossa urbe. O homem não opina, não define, não fala e, na grande maioria das situações inusitadas, joga a batata quente para os seus auxiliares – Edson e Élvia. No programa de ontem, foi questionada a situação de funcionários fantasmas na administração municipal. O comandante desconfiava ou desconfia de alguns nomes. Alguém acredita que citou algum nome? Nada de nada, empurrou o imbróglio para os seus “amigos” jornalistas! Mui amigo! Maurílio Moura Miranda, te respeito muito, é um grande homem, um grande cidadão, um grande locutor e comentarista de futebol. Como jornalista político, um tremendo de um cerca elétrica; sempre em cima do muro. Grande abraço, Moura! Te considero e respeito muito!!!