Mesmo com alto nível de exposição, 300 policiais militares de Minas Gerais se recusaram a tomar a vacina contra a Covid-19. A categoria, que teve mais de 160 mortes pela doença respiratória, foi incluída nos grupos prioritários e começaram a se vacinar em abril.
O número de recusas ao imunizante no estado foi informado pela Seção Técnica de Saúde da Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) após questionamento feito pela reportagem do Estado de Minas através da Lei de Acesso à Informação.
“Possuímos, até a presente data, registrados em nossas bases de dados, um total de 300 recusas de vacinação contra a COVID-19. Estas informações são correlatas à data de 16 de junho de 2021, às 10:40 horas. Destarte, não detemos informações quanto aos motivos que justificam a recusa à vacinação”, respondeu o órgão. Os motivos para dispensar o imunizante não foram informados.