POLÍCIA

Administrador perde R$1.750 em golpe em contratação de serviço pela internet

Publicado em 21/12/2020 às 08:11Atualizado em 19/12/2022 às 05:40
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Administrador de empresas de 52 anos procurou base comunitária da Polícia Militar localizada em frente ao aeroporto de Uberaba após ter sido vítima de estelionato. Segundo ele, um homem se identificou como programador intermediado pela plataforma GetNinjas para prestação de serviço de automação de operações financeiras. Contudo, tratava-se de golpe.

O administrador revelou aos policiais que registrou uma demanda de desenvolvimento e tecnologia na plataforma GetNinjas no dia 7 de setembro. Segundo ele, a demanda foi divulgada exclusivamente na plataforma, que é responsável por direcionar o pedido a profissionais cadastrados e qualificados para tanto, sob sua responsabilidade.

De acordo com o registro da ocorrência, a vítima procedeu ao registro de sua demanda, confiando nas apresentações de profissionais cadastrados na plataforma a partir do compromisso de qualidade prometido pela GetNinjas. Tempos depois, já em dezembro, uma pessoa que se identificou como Samuel contatou a vítima pelo WhatsApp, afirmando ser o “programador do GetNinjas”.

O administrador relatou que o homem se apresentou como profissional capaz e qualificado para o serviço, bastante específico, de desenvolvimento de aplicação de automatização de operações financeiras. O tal profissionais ainda informou ser bastante experiente no serviço e pediu as informações, parâmetros e estratégias de operação de mercado à vítima. Eles ainda realizaram videoconferência para estabelecer as determinações do serviço.

O acusado informou que o serviço seria concluído em 30 dias e que custava R$3.500 sendo que 50% do valor deveria ser adiantado e a quitação completa somente na entrega final. Após confecção do contrato de serviço, a vítima realizou a transferência do valor (R$1.750). Contudo, após o pagamento, o contratado passou a adotar comportamento diferente, segundo a vítima.

Desconfiado, o administrador apurou que o homem que ele contratou havia procedido de maneira semelhante com outras pessoas e que, por isso, é alvo de diversas reclamações. Diante do fato, ele procurou a polícia, com os dados do homem em mãos. A polícia vai investigar o caso.

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