Guarnição da Polícia Militar compareceu a uma chácara localizada no bairro Oneida Mendes após a corporação ser acionada pela proprietária do imóvel. Ela relatou ter realizado contrato de aluguel para o fim do ano e que o documento trazia cláusula expressa sobre a questão da perturbação do sossego (som alto), mas, que, mesmo assim, estava recebendo diversas reclamações, motivo pelo qual se deslocou até o imóvel em busca da locatária. Contudo, ao chegar lá não encontrou a responsável pelo contrato. De acordo com o registro policial, a proprietária do imóvel, de 39 anos, decidiu procurar a locatária na noite de ano novo após receber reclamações sobre som alto na chácara de sua propriedade. No local, ela não encontrou a locadora, de 24 anos. Um homem de 27 anos, que é policial militar, se identificou como responsável pelo evento e explicou à proprietária da chácara que é primo da pessoa que assinou o contrato e que ela não estava presente porque estava passando mal. A locadora ainda frisou aos policiais militares que tentou contato com a locatária por telefone, sem sucesso. Ela disse também que pediu as chaves do imóvel de volta e que devolveria 50% do valor recebido. Já o policial militar que ficou responsável pelo evento explicou à corporação que a proprietária do imóvel invadiu a chácara durante a noite, desligou o som e ordenou que todos fossem embora. Ainda segundo ele, a mulher afirmou que devolveria 75% do dinheiro, mas, em seguida, desistiu e saiu do local praticando manobra perigosa em seu veículo. O PM ainda disse que todos os presentes na chácara em questão haviam pago pelo aluguel e que foi devidamente orientado e advertido quanto ao som alto no local. O boletim da Polícia Militar ainda esclarece que a viatura que compareceu ao local não registrou som alto. Ambas as partes foram orientadas a buscarem a Justiça.