POLÍCIA

Auxiliar de manutenção é flagrado com 77 barras de maconha e haxixe

De acordo com o próprio suspeito, a droga estaria avaliada em mais de R$ 130 mil e ele alegou que apenas a guardava e para isto seria remunerado com R$ 20 mil

Carlos Paiva
carlospaiva@globo.com
Publicado em 02/09/2021 às 19:38Atualizado em 19/12/2022 às 02:15
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Foto/Divulgação

A droga foi apreendida e o suspeito, encaminhado para o presídio, onde fica à disposição do Poder Judiciário

Policiais militares do Tático Móvel do 4ºBPM prenderam em flagrante, por tráfico de drogas, auxiliar de manutenção, de 39 anos, na rua Manoel Ribeiro, bairro Cidade Nova, na noite de quarta-feira (1º). Foram apreendidos maconha e haxixe, avaliados em mais de R$130 mil. Ele relatou que estava ganhando R$20 mil para guardar a droga em casa.

Na Delegacia de Plantão da Polícia Civil, o auxiliar de manutenção foi encaminhado ao presídio de Sacramento (MG), após ser autuado em flagrante por tráfico de drogas. Ele está à disposição do Poder Judiciário.

A prisão e apreensão das drogas aconteceram durante operação “Filha de Minas”. Policiais militares receberam informações dando conta que o suspeito estaria guardando grande quantidade de maconha e haxixe em sua casa. O local passou, então, a ser monitorado.

Em dado momento, o auxiliar de manutenção saiu de sua casa e passou a transitar em via pública. Ele foi abordado e em suas vestes foi localizado um tablete de maconha. 

Inicialmente, o acusado informou que em sua casa não tinha mais drogas e autorizou a entrada dos policiais para averiguação. Durante buscas, o suspeito demonstrava bastante nervosismo e acabou confessando que tinha maconha e haxixe no imóvel.

Os militares foram levados até o quintal da casa, onde encontraram um tablete de maconha, escondido dentro de um carrinho de mão, debaixo de entulhos. Na laje da casa foram encontrados três sacos com mais 44 barras de maconha e 33 de haxixe.

O próprio auxiliar de manutenção relatou que recebeu a quantia R$20 mil para guardar a droga em sua residência, porém, negou-se a delatar quem seria o contratante e dono do entorpecente.

Ele também disse que o quilo da maconha estava sendo vendido por R$1 mil e o do haxixe, por R$10 mil. Foi ele que disse que as drogas apreendidas estariam avaliadas em mais de R$130 mil para venda no atacado.

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