Moçambique, Zimbábue e Malauí foram os países mais prejudicados com a passagem do ciclone
Após a tragédia envolvendo a passagem do ciclone Idai pelo sul da África, que destruiu casas, hospitais, estradas e deixou centenas de mortos e desaparecidos, o mundo se une em prol das vítimas e Uberaba não poderia ficar de fora.
Convocados pelo presidente Jair Bolsonaro, pelo ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, e pelo ministro das Relações Exteriores, Ernesto Henrique Fraga Araújo, os militares capitão Josias e sargento Wender, do 8º Batalhão de Bombeiro Militar de Uberaba, se uniram aos demais bombeiros tenente Diego, sargento Thales e cabo André, todos de Minas Gerais, e embarcaram para Moçambique, onde permanecerão por 30 dias.
Moçambique, Zimbábue e Malauí foram os países mais prejudicados com a passagem do ciclone e o governo de Moçambique estima que mais de 100 mil pessoas ainda precisam ser resgatadas. Outras 600 mil foram atingidas por enchentes, deslizamentos e desabamentos provocados pelo Idai.
Para integrar missão de ajuda humanitária em Moçambique, além dos bombeiros mineiros, o governo federal ainda convocou 24 militares da Força Nacional de Segurança Pública. O retorno dos militares está programado para o dia 7 de junho.