POLÍCIA

Briga de servidores vira caso de polícia na Secretaria de Saúde

Publicado em 08/03/2022 às 15:55Atualizado em 18/12/2022 às 18:39
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Servidores públicos mobilizaram a presença de guarnição da Polícia Militar na Secretaria Municipal de Saúde (SM) na manhã desta segunda-feira (8) para apuração de possível agressão e ameaça. O primeiro registro policial foi lavrado por um deles, de 60 anos, que alega ter sofrido agressões de outro, de 42; já o segundo afirma que quem iniciou a discussão e as agressões foi o primeiro servidor. Questionada pela reportagem do Jornal da Manhã, a assessoria de imprensa da Secretaria Municipal de Saúde informou que o caso está sendo apurado.

O primeiro registro policial foi lavrado às 11h52 de segunda-feira, na Secretaria Municipal de Saúde, onde um servidor municipal de 60 anos, lotado no departamento de arquivo, alega ter sofrido agressões físicas e verbais por parte de outro servidor municipal, de 42 anos, que teria desempenhado função também no arquivo da SMS por cerca de três meses. Ele alega que recebeu a visita do suposto agressor na tarde de ontem e que em determinado momento o homem teria começado a proferir agressões verbais contra ele, chamando-o de velho.

Em ato contínuo, o suposto agressor teria partido para as agressões físicas, desferindo chutes e socos no colega de trabalho. O servidor ainda relata que o suposto agressor fez ameaças de morte contra ele e que tais condutas foram presenciadas por outro servidor público também presente no momento.

Contudo, na manhã desta terça-feira (8), o servidor público de 42 anos compareceu na Delegacia de Plantão para apresentar sua versão dos fatos. Ele relata que esteve no setor de arquivo na segunda-feira acompanhado com o chefe de Transportes para cumprir determinação da Chefe de Departamento de Logística e Patrimônio, Ana Tereza Mendonça, para proceder à eliminação de caixas de documentos a serem eliminadas após publicação no Porta-Voz, o que é um procedimento padrão.

Ainda de acordo com ele, ao perceber sua presença no setor, a suposta vítima passou a cobrar um cargo ou horas extras do chefe de Transportes, que o acompanhava ao setor de Arquivo, e que teria respondido a ele que não poderia atender à sua solicitação naquele momento. A suposta vítima respondeu que deixaria de trabalhar no setor caso não tivesse sua solicitação atendida, o que o chefe de Transportes teria dito que não o impediria, se fosse essa sua vontade.

A resposta teria deixado a suposta vítima exaltada. O homem, então, passou a criticar o trabalho do suposto agressor nos últimos três meses, momento em que outros dois servidores chegaram ao local. Ao tomar conhecimento que um deles era assessor do secretário de Saúde, Sétimo Bóscolo, a suposta vítima afirmou que conversaria com ele para tentar conseguir seu cargo.

Ato contínuo, a suposta vítima começou a dizer que fazia tudo no setor, deixando o suposto agressor irritado, dando início a um desentendimento verbal sobre quem é mais competente, momento em que os dois servidores deixassem o local. Contudo, a briga entre os servidores tomou novas proporções.

De acordo com o suposto agressor, a suposta vítima passou a atacar o seu trabalho e proferir xingamentos a seu respeito. Diante disso, o homem afirmou ao colega de trabalho que ele não estava tendo atitude de homem, momento em que a suposta vítima teria desferido um soco em seu rosto.

Em reação de defesa, o chefe de Transportes, que acompanhava toda a situação, segurou o suposto agressor, que continuou sendo agredido pelo colega de trabalho. O homem relata que estendeu sua perna em legítima defesa com intuito de cessar as agressões que estava sofrendo. Na sequência, ele e o chefe de Transportes foram embora para a Secretaria de Saúde.

Após a saída deles, a suposta vítima teria acionado o 190.

O homem ainda relatou aos policiais na Delegacia de Plantão que duas servidoras relataram a ele que estavam sendo vítimas de constrangimento por parte do servidor e suposta vítima.

Questionada pela reportagem do Jornal da Manhã, a assessoria de imprensa da Secretaria Municipal de Saúde informou que o caso está em investigação. O espaço está aberto à manifestação.

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