"Isso é a dor que estava faltando, mas estamos no início do fim". O desabafo é do pai de Lorenza de Pinho, 41, Marco Aurélio Silva, 74, primeira pessoa a ser ouvida no julgamento do promotor André de Pinho, 53. O pai é informante no julgamento desta segunda-feira. Confira pic.twitter.com/vyczulVQSi — O Tempo (@otempo) August 8, 2022
Aconteceu nesta segunda-feira (08) o julgamento do promotor André de Pinho, de 53 anos, suspeito de assassinar Lorenza de Pinho, de 41 anos, na capital mineira, Belo Horizonte. A primeira pessoa a ser ouvida no julgamento foi o pai da vítima, Marco Aurélio Silva, de 74 anos. O pai de Lorenza agiu como informante no julgamento desta segunda devido ao grau de parentesco com a vítima, que o impede de testemunhar no caso. “Isso é a dor que estava faltando, mas estamos no início do fim”, afirma.
O caso aconteceu em 2 abril de 2021. Lorenza foi morta asfixiada e intoxicada no apartamento que dividia com André, na região do bairro Buritis, zona Oeste de BH, em frente aos filhos. O julgamento desta segunda ocorreu na sede do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) em Belo Horizonte. Além dos relatos de Marco Aurélio, morador uberabense, a ação conta com o relatos de testemunhas de acusação e de defesa, com apresentação de documentos que podem servir de provas.
Tem ainda a participação do Ministério Público e de advogados que terão uma hora cada para as considerações finais orais.
Marco Aurélio ainda aponta que os depoimentos apresentados pela defesa durante a manhã foram fracos e não contradizem a quantidade de provas do assassinato. O pai da vítima também questionou a conduta do acusado que, segundo ele, determinou as perguntas que seriam feitas a ele pelos advogados de defesa. "O André se acha maravilhoso, ótimo. Ele tentou levar os advogados do jeito que ele fazia", desabafou.
*Com informações do jornal O Tempo