POLÍCIA

Civil já ouviu cerca de 50 pessoas no inquérito que apura morte de peixeiro

Polícia Civil continua com dificuldades para identificar os suspeitos do latrocínio de Vilmar Ferreira Júnior, o Juninho Peixeiro

Renato Manfrim
Publicado em 27/06/2018 às 07:04Atualizado em 17/12/2022 às 11:00
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Jairo Chagas

Corpo do peixeiro Vilmar Ferreira Júnior foi encontrado na garagem de sua casa, no bairro Silvério Cartafina

Polícia Civil de Uberaba continua com dificuldades para identificar os suspeitos do latrocínio de Vilmar Ferreira Júnior, o Juninho Peixeiro, ocorrido no dia 30 de março deste ano.

Aproximadamente 50 testemunhas já foram ouvidas pela delegada Vivian Caroline, responsável pelas investigações. “O caso está difícil porque tem muitos suspeitos, cerca de dez. Está complicado porque a gente ainda não está conseguindo assimilar as informações”, contou a delegada. Ainda conforme a delegada, os laudos balísticos e necroscópicos ainda não foram finalizados. Por outro lado, já foram identificados os calibres das armas que alvejaram a vítima. “Uma das armas usadas pode ter sido a da vítima, mas ainda não podemos afirmar com certeza, porque ela não foi encontrada”, informa a delegada.

A vítima foi morta por dois disparos de arma de fogo, no tórax e braço, ocorridos na garagem de sua residência, situada na rua Bernardo Berber Martinez, bairro Silvério Cartafina, por volta de 21h30. No dia do crime, os suspeitos levaram cerca de R$50 mil que estavam em uma mochila – provenientes da venda de pescados –, além de arma de fogo e moto CG Titan 150 da vítima. O corpo da vítima foi encontrado ao lado de seu veículo, Hyundai Azera, que não foi levado, e a perícia técnica da PC constatou que houve luta corporal momentos antes do latrocínio.

“Até agora a gente sabe que havia mais de uma pessoa, mas não conseguimos precisar quantas”, afirmou a delegada Vivian Caroline, que também contou que o inquérito está imenso. “O que também dificulta o inquérito deste caso é que no local do crime não havia câmeras de segurança. Não tem no quarteirão inteiro e não tem também nas ruas próximas à casa da vítima”, concluiu.

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