Produtos foram recuperados no carro dos suspeitos no Rio de Janeiro
Colombianos suspeitos de furtarem apartamentos e levarem relógios rolex, roupas de grife e joias, são suspeitos de agirem por encomenda e presos no Rio de Janeiro. De acordo com a Polícia Civil, trio foi encomendado para praticar os crimes em Patos de Minas.
Os suspeitos, dois homens e uma mulher, foram presos na noite de segunda (24), no Rio de Janeiro. O trio foi encontrado pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) após levantamentos da Polícia Civil. Durante a abordagem ao veículo em que eles estavam, foram encontrados os objetos furtados, que foram reconhecidos pelas vítimas. Os três presos, o veículo e todo material recuperado foram encaminhados para a Polícia Civil do Rio de Janeiro.
Em entrevista coletiva, o delegado de furtos e roubos da Polícia Civil, Érico Rodovalho, disse que no último sábado (22) eles arrombaram o portão dos prédios e invadiram apartamentos específicos. Algumas das vítimas são influenciadores digitais.
"Os suspeitos disseram à polícia que receberam uma encomenda para praticar o crime na casa dessas pessoas", afirmou o delegado.
De acordo com o boletim de ocorrência registrado pela Polícia Militar, dois dos locais furtados ficam no mesmo prédio, no Bairro Cidade Jardim. Os moradores de ambos os imóveis relataram aos policiais que estavam fora de casa e, quando retornaram, encontraram os pertences revirados.
Um deles afirmou que os ladrões levaram quatro relógios de luxo, além de semijoias e uma corrente de ouro. Já a moradora do outro apartamento sentiu falta de bolsas e óculos de marca. Em ambos os apartamentos, a porta foi arrombada.
Além disso, um terceiro apartamento, no Bairro Jardim Califórnia, também foi furtado pelos suspeitos. Os produtos foram recuperados dentro do carro em que os suspeitos estavam no Rio de Janeiro. O veículo havia sido alugado de uma concessionária e não foi devolvido.
"Trata-se de uma quadrilha especializada nesse tipo de crime já conhecida da polícia carioca. Vamos continuar nessa troca de informações para identificar outros envolvidos", acrescentou Rodovalho.