Jairo Chagas
Delegado Rodolfo Rosa Domingos, que responde pela Regional, revelou a troca de delegado para apurar a morte de Juninho Peixeiro
Com a reestruturação das unidades policiais na nova delegacia do 5º Departamento de Polícia Civil, em Uberaba, vários crimes sem autoria estão tendo enfoque maior nas suas investigações com novas delegacias especializadas.
“Nós fizemos um estudo e temos que combater com mais determinação o crime patrimonial violento [roubo], que está acontecendo em número muito grande em Uberaba. Desta forma, estes casos que não têm autoria serão direcionados às delegacias especializadas, para que cheguemos a uma resposta mais rápida e efetiva. Alguns delegados irão compor estas delegacias especializadas e alguns já estão trabalhando”, informou o delegado Rodolfo Rosa Domingos, que atualmente responde pela Delegacia Regional.
Com relação às mudanças de delegados em investigações de alguns inquéritos, como o caso do latrocínio de Juninho Peixeiro, ocorrido em março deste ano, que passou da delegada Vivian Caroline para o delegado Gustavo Anai, o delegado regional explicou que estas mudanças em investigações não serão administrativamente muito drásticas. “São feitas apenas para deixar os serviços mais seletivos com objetivo de favorecer a comunidade”, comentou o delegado.
No que diz respeito ao latrocínio citado, o inquérito do mesmo ainda não foi finalizado, tendo em vista que a PC continua com dificuldades para identificar os suspeitos de matar Vilmar Ferreira Júnior, o Juninho Peixeiro, no dia 30 de março deste ano. Mais de 50 testemunhas já foram ouvidas. A vítima foi morta por dois disparos de arma de fogo, no tórax e braço, ocorridos na garagem de sua residência, situada na rua Bernardo Berber Martinez, bairro Silvério Cartafina, por volta de 21h30. No dia do crime, os suspeitos levaram cerca de R$50 mil que estavam em uma mochila – provenientes da venda de pescados –, além de arma de fogo e moto CG Titan 150 da vítima. O corpo da vítima foi encontrado ao lado de seu veículo, Hyundai Azera, que não foi levado, e a perícia técnica da PC constatou que houve luta corporal momentos antes do latrocínio. O que também dificulta o inquérito deste caso é que no local do crime não havia câmeras de segurança. Leia mais: