POLÍCIA

Dentista aciona a Polícia e acusa travesti de danificar seu consultório durante programa

Publicado em 21/03/2022 às 08:54Atualizado em 18/12/2022 às 23:36
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Uma dentista de 53 anos e seu esposo, de 57, compareceram a uma base de segurança comunitária na noite deste domingo (20), por volta de 22h25, para registrar ocorrência policial de perturbação do sossego e dano. Segundo relataram, uma adolescente travesti usa as proximidades da residência do casal como ponto de prostituição e promove algazarra no local, constrangendo não só eles como os demais moradores do prédio, seus vizinhos.

De acordo com o registro policial, o casal informou que reside em apartamento no segundo andar de um prédio localizado no cruzamento com a avenida Elias Cruvinel, no bairro Boa Vista, em Uberaba, e que há mais de um ano um adolescente homossexual, de 16 anos, que é travesti, usa o local para fazer ponto de prostituição. Ainda segundo eles, desde então, a travesti promove algazarra, gritaria e quebradeira de garrafas de vidro na via pública, perturbando o sossego dos moradores do local.

Ainda segundo o casal, em alguns dias mais exaltados, a travesti chega a chutar portões de imóveis e portas de comércios nas proximidades. Além disso, a autora inicia discussões com usuários da via, proferindo xingamentos e palavras de baixo calão, aos gritos, causando perturbação e constrangimento aos moradores. O casal também relata que quando a travesti se retira do local para realizar programa sexual, a tranquilidade persiste por alguns momentos, mas basta ela retornar ao “ponto” que a perturbação se reinicia.

Na noite deste domingo (20), no entanto, a situação teria ficado insustentável, segundo o casal. Eles relataram que já estavam dormindo quando, por volta de 0h10, passaram a ouvir gritarias e xingamentos da travesti com terceiros na rua e que em determinado momento ouviram quando a autora arremessou uma pedra contra o consultório odontológico da vítima, que fica também no local, quebrando uma janela e também uma floreira posicionada na calçada, ao lado do consultório.

Diante do barulho, as vítimas foram à janela e perceberam a ação da autora, gritando para ela, de lá, que acionariam a Polícia Militar. Foi quando o quebra-quebra teria cessado.

O casal ainda relatou à PM que muitas vezes em horários quando alguns comércios estão em funcionamento a travesti usa roupas extravagantes, retira partes das roupas para mostrar o corpo, causando grande constrangimento aos moradores do entorno e também prejudicando o comércio local. As vítimas relatam que vizinhos se sentem igualmente incomodados, mas que muitos têm medo de tomar qualquer atitude contra a travesti por ela ser “uma pessoa muito escandalosa e agressiva”. Mesmo com receio, as vítimas optaram por efetuar o registro policial e foram orientadas com relação às medidas cabíveis.

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