Autor não foi detido, pois assumiu compromisso de comparecer ao juizado especial criminal
Uma discussão entre vizinhos na rua Maria Auxiliadora de Abreu, no Jardim Marajó II, virou caso de polícia na noite deste domingo (3).
A vítima, de 33 anos, relatou à PM que estava em sua residência, quando ouviu algumas pedras caindo sobre o telhado de sua casa. Ao sair no corredor, afirma ter percebido que as pedras estavam sendo arremessadas do quintal de seu vizinho, de 40 anos.
Ele relatou ter subido em uma escada para olhar sobre o muro e viu o vizinho, de 42 anos, e a filha dele tentando impedir o proprietário de arremessar outras pedras.
A vítima alega que uma das pedras também atingiu o telhado da casa da sua vizinha. Observando os sintomas de embriaguez do vizinho, a vítima resolveu ligar para a polícia para resolver o problema.
Na presença da guarnição policial, os policiais relataram que o autor ficou irritado e muito nervoso pelo fato de a vítima acionar a Polícia Militar para mediar o problema. Com isso, o vizinhou ameaçou a vítima, dizendo que não ficaria preso e lhe mataria, proferindo palavras de baixo calão. Por isso, ele foi contido pelos militares e algemado.
O autor confirmou ter feito uso de bebida alcoólica durante o dia. No entanto, negou ter jogado pedra sobre o telhado e disse ter ficado muito irritado pelo fato de ter sido chamado de moleque. Ele disse, ainda, que realmente ficou muito nervoso, pois pedras também caíram sobre o seu telhado.
Conforme a ocorrência, a prisão em flagrante não foi imposta ao autor uma vez que assumiu o compromisso de comparecer ao juizado especial criminal, conforme termo de compromisso de comparecimento e ciência de audiência preliminar.