Dona de casa, de 40 anos, está sendo acusada por um médico clínico geral, de 32, de adulterar laudo de transição, no Mário Palmério Hospital Universitário, na avenida Nenê Sabino, bairro Universitário, na noite de sexta-feira (10). A mulher teria acrescentado no laudo a realização de curativos e até aplicação de medicamentos.
Segundo apurou o Jornal da Manhã, o médico foi quem procurou a polícia e relatou que dentre os pacientes dele estava a dona de casa, para quem ele deu alta médica da UTI e forneceu um laudo de transição de cuidados dentro do hospital.
Ainda de acordo com o médico, no meio desse processo, a dona de casa adulterou o laudo fornecido e acrescentou: “Realizar curativo duas vezes ao dia na ferida infectada secretiva” e “administrar uma ampola de Dolantina EV +AB antes do curativo”.
O médico afirma não ter prescrito esse procedimento, tendo o seu documento original sido adulterado.
O caso foi encaminhado à Delegacia Adida ao Juizado Especial Criminal. (CP)