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Dupla acusada de vender crack é presa no Residencial Rio de Janeiro

Carlos Paiva
Publicado em 05/07/2023 às 20:46
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Na casa alvo de denúncia foram encontrados uma pedra grande de crack e outros materiais relacionados ao tráfico (Foto/Divulgação)

Na casa alvo de denúncia foram encontrados uma pedra grande de crack e outros materiais relacionados ao tráfico (Foto/Divulgação)

Denúncia de uma pessoa que não quis se identificar por medo de represálias levou policiais militares a prender dois homens, de 22 e 36 anos, suspeitos de comercializarem drogas nas imediações da rua Doutor Vivaldo Silveira, próximo ao posto de saúde, no Residencial Rio de Janeiro. Os militares também foram informados de que na casa estaria um foragido da Justiça. Durante a operação policial foram apreendidos uma pedra grande de crack e dinheiro.

Assim que foram informados, os militares se deslocaram para o local e cercaram a casa apontada como ponto de venda de drogas e esconderijo de um foragido da Justiça. Assim que a guarnição policial encostou a viatura à porta do imóvel, um homem saiu correndo pelos fundos e conseguiu fugir.

Na casa, os militares foram atendidos pelo homem de 22 anos, que disse que estava com um amigo, mas afirmou desconhecer o foragido da Justiça. Ele também disse que era usuário de maconha e que no local haveria apenas pontas de cigarro da droga.

Durante a vistoria na residência, foram encontrados um invólucro plástico contendo uma pedra grande de crack, uma balança de precisão, R$20,00 em dinheiro e diversos invólucros plásticos tipo “chupe-chupe”, comumente utilizados no embalo de entorpecentes, além de uma lâmina pequena, tipo gilete, com resquícios de crack.

Na casa também foram apreendidos dois celulares, sendo que um deles teria sido penhorado para pagamento por drogas. O dono da casa, o rapaz de 22 anos, negou que a pedra de crack lhe pertencesse.

O segundo homem, de 36 anos, que estava na casa e também foi abordado, a princípio se identificou com um nome, mas depois confessou que teria mentido. Ele disse que forneceu o nome do seu irmão por acreditar que havia um mandado de prisão contra ele. Ambos foram levados para a Delegacia de Plantão da Polícia Civil, juntamente com o material apreendido.

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