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Após denuncia anônima, Polícia Militar do Meio Ambiente fecha local onde acontecia rinha de galo, pesca irregular e caça ilegal de animais silvestes na zona rural de Araxá. Dois foram presos.
No local, a polícia encontrou um galpão de aproximadamente 40 metros quadrados com diversos viveiros construídos nas paredes, onde haviam presos no total de 108 galos da raça Índio. Também havia uma arena "rebolo" utilizado para as "brigas de galo" construída de aproximadamente 3 metros.
A PM também localizou uma espingarda calibre .22 e uma arma pequena de mesmo calibre de fabricação caseira, juntamente com seis munições e 1 munição calibre 12.
Durante as buscas da polícia também foram localizados diversos materiais que caracterizam a prática de rinha de galo, como esporas de plástico, materiais para cura das aves, protetores de bico e até uma agenda contendo várias anotações e informações de diversas apostas realizadas nos momentos das rinhas.
Os militares prenderam o caseiro e um ajudante, que se encontravam no local; a suspeita é que eles eram os organizadores da rinha. Questionados se no local era realizada caça silvestre eles negaram, porém um esqueleto de cabeça de Capivara com uma perfuração de arma de fogo, com indícios de ter sido abatida através da caça, foi encontrada.
Equipamentos de pesca, como tarrafa e redes, foram apreendidos junto com uma cabeça de ''Teiú'' e um calango verde taxidermizados.