Fotos/Jairo Chagas
Guarnição de suporte básico do Samu compareceu ao local, mas apenas constatou o óbito do empresário
O empresário e engenheiro Carlos Alberto Borges Rodrigues da Cunha, de 77 anos, morreu na tarde de ontem ao ser baleado por disparo de revólver nas costas durante assalto em sua empresa, Serramag, do segmento de marmoraria, situada na avenida Francisco Podboy, Distrito Industrial 1. Segundo a Polícia Militar (PM), a vítima teve morte instantânea, sendo constatada pouco tempo depois por equipe médica do Samu.
Após o latrocínio, dois suspeitos, ainda não identificados, fugiram no veículo Toyota Corolla prata da vítima e o abandonaram no bairro Jardim Marajó. A dupla também levou a carteira do empresário com os seus documentos pessoais e suposta quantia em dinheiro. Polícia Militar mantém buscas na tentativa de localizar os criminosos.
De acordo com o cabo Alexandre, da PM, no momento do crime um dos suspeitos vestia camisa amarela e calça jeans, e o outro vestia camisa branca e calça cinza, sendo que ambos estavam de boné. No local estavam a vítima e o seu filho, de cerca de 40 anos. “Inicialmente, quando os suspeitos entraram na empresa perguntaram sobre emprego, mas logo anunciaram o assalto, sacaram arma de fogo e exigiram dinheiro. Como a vítima afirmou que não tinha dinheiro no local, começaram a fazer revistas, sendo que depois pediram para que fosse para o banheiro. Neste momento, o filho da vítima começou a fechar a porta e um dos autores se irritou e efetuou os disparos acertando Carlos Alberto na altura da cintura. O filho do empresário, para se defender, pegou uma cadeira e colocou na direção do atirador, sendo que o autor teria efetuado outros disparos. Em seguida fugiram com o carro da vítima”, contou o militar.
A perícia técnica da Polícia Civil compareceu ao local e realizou os seus trabalhos de praxe. Em seguida, o corpo da vítima foi encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML), onde passou por análise do legista, sendo que, posteriormente, seria liberado para a família realizar o seu sepultamento.
De posse das imagens de câmeras de segurança do entorno da empresa, das informações da perícia técnica e do registro da PM, a PC vai investigar o latrocínio.