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Família relata ter sido retirada de avião após questionamento sobre saúde de criança

Passageiros procuraram a Polícia Militar e disseram que embarque foi interrompido após pedido de atestado médico em Uberlândia

Publicado em 24/05/2026 às 10:20
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Conforme o relato da solicitante, um comissário de bordo observou manchas na boca da criança e perguntou do que se tratava. (Foto/Divulgação)

Conforme o relato da solicitante, um comissário de bordo observou manchas na boca da criança e perguntou do que se tratava. (Foto/Divulgação)

Uma mulher procurou a Polícia Militar para registrar que ela, o marido, o filho de 1 ano e 9 meses e outros familiares teriam sido retirados de um avião, em um aeroporto no bairro Jardim Ipanema, em Uberlândia. Segundo o boletim, o caso ocorreu por volta das 10h45 do dia 20 de maio de 2026.

De acordo com o registro, a família já havia passado pelo procedimento de embarque, incluindo check-in, raio-x e sala de embarque, quando a criança começou a chorar dentro da aeronave.

Conforme o relato da solicitante, um comissário de bordo observou manchas na boca da criança e perguntou do que se tratava.

A mãe informou que os sinais estariam relacionados a uma doença conhecida como “mão, pé e boca”.

Ainda segundo o boletim, o comissário teria solicitado um atestado médico indicando que a criança estava apta a viajar e não ofereceria risco aos demais passageiros.

A solicitante relatou que conseguiu falar com a médica da criança por telefone e recebeu o documento por aplicativo de mensagem cerca de 20 minutos depois.

A mãe afirmou à polícia que o atestado indicava que a criança estava apta ao voo, com ressalva sobre o risco de contaminação por sete dias após a infecção e sugestão de que ela ficasse em poltrona distante de outras crianças, caso houvesse alguma no voo.

Segundo o registro, ao apresentar o documento, o comissário teria dito que “não adiantava mais” e que o comandante não aceitaria a permanência da família na aeronave.

A Polícia Federal foi acionada, e os passageiros foram orientados a deixar o voo, sob o argumento de que a decisão do comandante seria soberana.

A mulher relatou que dez pessoas da família deixaram a aeronave, já que ela era a responsável pela reserva de hospedagem no destino, em Porto Seguro, na Bahia.

Ao fim da ocorrência, conforme o boletim, a Polícia Federal orientou que a situação fosse resolvida diretamente com a companhia aérea para remarcação da viagem.

Fonte: Programa Hélio Júnior, que vai ao ar de segunda a sexta-feira, das 5h às 7h, na Rádio JM 95.5 FM, no YouTube, Facebook e no Aplicativo da Rádio Uberaba Web.

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