Segunda fase da O Grande Irmão cumpriu ontem nove mandados de busca e apreensão e de prisão em Frutal, Sacramento, Uberaba, Itumbiara (GO), Inaciolândia (GO) e Campo Grande (MS)
Foto/Divulgação
Armas, munições e drogas foram apreendidas com o acusado de integrar quadrilha de roubos a fazendas em Uberaba
O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) em Uberaba realizou, na manhã de ontem, a segunda fase da operação “O Grande Irmão”. Armas, drogas e materiais referentes à venda de entorpecentes foram apreendidos e suspeitos de crimes foram presos.
Segundo informações, integrantes do Gaeco cumpriram nove mandados de busca e apreensão e prisão nas cidades de Frutal, Sacramento, Uberaba, além de Itumbiara e Inaciolândia, no estado de Goiás, e Campo Grande, no Mato Grosso do Sul.
De acordo com o promotor de Justiça José Cícero Júnior, após a realização da primeira fase da Operação “O Grande Irmão”, onde criminosos suspeitos de integrar uma facção criminosa que coordena crimes em todo país foram presos, as investigações continuaram e descobriram que os detentos, mesmo de dentro de unidades prisionais, estavam coordenando tráfico de drogas e outros crimes, com a ajuda de mulheres que seriam companheiras e até mães dos envolvidos.
Durante as diligências do Gaeco, através de trabalhos investigativos, identificou essas pessoas e, também, um jovem uberabense que pertence a uma quadrilha acusada de vários roubos em fazendas da região, sendo que em uma das ações os bandidos mataram um cachorro a tiros.
O Ministério Público representou na Justiça contra esses investigados e tiveram o parecer favorável da Justiça, que expediu os mandados de busca e apreensão e de prisão.
As equipes do Gaeco de Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso do Sul, acompanhadas de policias militares, cumpriram os mandados de prisão contra detentos que já estavam reclusos, além de outras pessoas envolvidas com a facção.
Em Uberaba, o suspeito de roubos em propriedades rurais foi preso com um revólver, além de munições e drogas. Os detidos foram levados para as unidades prisionais das respectivas cidades e todo o material apreendido será encaminhado para a sede do Gaeco em Uberaba para análise.
Ainda conforme o promotor de Justiça José Cícero, as investigações continuam focadas em mais envolvidos, que podem ser identificados e presos a qualquer momento. “Vamos continuar com as investigações, analisar os materiais apreendidos e, caso tenha mais pessoas envolvidas, vamos identificá-las e prendê-las”, finalizou Cícero.