POLÍCIA

Galpão com veículos e produtos químicos é destruído por incêndio no São Geraldo

Bombeiros tiveram muito trabalho para conter as chamas e foram necessários seis militares, que usaram 15 mil litros de água

Carlos Paiva
carlospaiva@globo.com
Publicado em 13/10/2022 às 20:37Atualizado em 16/12/2022 às 01:10
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Equipes do Corpo de Bombeiros Militar (CBM) tiveram muito trabalho para apagar incêndio de grande proporção no interior de um galpão e com risco de propagação para outras propriedades na região, na rua São João, Parque São Geraldo, na madrugada de quarta-feira (12). No galpão funcionava uma empresa que guardava produtos químicos. Dois carros, uma moto e vários outros objetos foram destruídos pelo fogo. Suspeita-se que um curto circuito tenha iniciado o incêndio. Ninguém ficou ferido.

Segundo o CBM, o galpão tem seis metros de altura, cerca de 300 metros quadrados e possui somente um portão de entrada e estava fechado com cerca de três cadeados.

Foi observado, na chegada dos bombeiros militares, que o telhado, de estrutura metálica e telhas de zinco, havia desabado para o interior, ficando retorcido em uma altura de mais de dois metros do solo.

Bombeiros militares, após visualizarem que as chamas se propagavam muito rápido, realizaram entrada forçada, rompendo os cadeados e a fechadura do portão central para acesso ao foco, enquanto duas mangueiras jogavam água do lado de fora e sobre o telhado.

Enquanto a água era jogada por cima, duas duplas de bombeiros militares entraram no galpão e realizaram o combate direto às chamas.

Os militares do CBM também entraram na empresa ao lado e retiraram toda a mercadoria armazenada, máquinas, ferramentas e outros objetos que ficavam próximo à parede de divisa com o galpão incendiado, para evitar propagação.

No galpão onde ocorreu o incêndio foram empregados cerca de seis bombeiros militares na linha de ataque e 15.000 litros de água, os quais conseguiram avançar no interior do depósito e extinguir as chamas.

Durante os trabalhos, os militares do CBM constataram que o incêndio veio a destruir toda parte elétrica, cerca de 32 placas fotovoltaicas, toda ferragem e telhas do galpão, três veículos, sendo duas picapes Fiat Strada, uma moto, duas máquinas de lavar roupas industrial e uma empilhadeira hidráulica.

Também ficaram destruídos pelo fogo uma máquina veloz, 10 prateleiras em aço, dois computadores, uma bancada de seis metros para corte de tapetes, um bebedouro industrial, armários e oito ventiladores de teto.

Ainda conforme relatório do CBM, uma mesa de escritório, duas cadeiras, tapeçaria em geral, 50 motobombas, cerca de 10 toneladas de produtos descartáveis e acessórios, também ficaram destruídos.

Alguns produtos de limpeza, como amaciante, sabonete líquido, desinfetante e outros itens foram consumidos pelo fogo.

O calor das chamas provocou danos nos vidros e as paredes ficaram chamuscadas e com várias trincas. Também se constatou pequenas rachaduras frontais, nos fundos e lateral da divisa com outra empresa.

Um perito criminal da Polícia Civil esteve no local e colheu evidências para futuro laudo pericial, a ser enviado à autoridade policial.

Um funcionário da empresa de monitoramento, através das câmeras, percebeu que o foco do incêndio iniciou-se na região dos computadores (lado esquerdo, na parte dos fundos do galpão) possivelmente com um curto-circuito.

E devido parte do produto químico ter escorrido em via pública, foi necessária a utilização de 100 quilos de serragem para contenção por parte dos bombeiros militares.

 

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