Polícia Militar foi acionada, no bairro Maringá, neste sábado (23), por confusão devido à programa sexual.
De acordo com o boletim de ocorrência, um homem, 26 anos, relatou que há quase três anos mantêm uma relação de programa sexual com uma mulher, 41 anos, e combinam o serviço via telefone e redes sociais.
No sábado, foi acertado um programa no valor de R$100,00 e que o programa seria realizado em sua residência. Após o ato, foi realizado o pagamento. Em seguida, após mulher ter ido embora, ele sentiu falta do celular.
Usou o telefone fixo e ligou para o celular, onde a chamada foi ignorada. Momentos depois, ela retornou à ligação e disse que ele teria pegado dinheiro em sua bolsa, e que por isso teria pegado o seu celular.
Além disso, falou que só iria devolver o aparelho caso ele pagasse mais R$300,00 reais, em dinheiro, e que ela esperaria até quarta-feira. Caso não pagasse, ela venderia o telefone celular. Ainda disse que se ele chamasse a polícia ela iria recorrer aos "irmãos" se referindo aos bandidos, do bairro Residencial 2000.
Em contato com a mulher, foi confirmado que haviam combinado um programa no valor de R$100,00. Segundo a profissional do sexo, o pagamento havia sido feito com o dinheiro que ele pegou da bolsa dela.
Ao ser informada que teria que pegar o celular e, juntamente com os militares, se deslocar até a delegacia de plantão para registrar o fato, a mulher ficou nervosa e disse que não iria pois não poderia ficar no prejuízo.
Ao ser algemada e colocá-la cofre, suspeita cuspiu no rosto do cabo da polícia militar e o chutou por duas vezes, sendo necessário que um soldado travasse a perna dela para parar as agressões.
Injuria Racial. Durante apreensão da mulher, a filha, de 12 anos, ficou inconformada e insultou o soldado com os dizeres “seu preto, preto, macaco sem vergonha, covarde". Diante disso foi dada voz de apreensão, em flagrante, a menina pelo crime de injuria racial, sendo ela encaminhada a esta delegacia juntamente com a mãe que já estava presa para demais providencias.