POLÍCIA

Homem de 32 anos é acusado de abusar sexualmente de garoto de 5

Carlos Paiva
carlospaiva@globo.com
Publicado em 27/05/2022 às 21:48Atualizado em 18/12/2022 às 19:52
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Homem de 32 anos foi preso, acusado de abusar sexualmente de seu sobrinho, um menino de 5 anos. A prisão aconteceu na noite de quinta-feira (26), no Jardim Maracanã. A criança teria reclamado de dores nas nádegas para a professora. A escola acionou a mãe, que levou a criança para o pronto-socorro infantil do Hospital de Clínicas da UFTM. O autor foi preso em casa, mesmo local onde reside a vítima.

Na Delegacia de Plantão da Polícia Civil, o autor foi autuado em flagrante e encaminhado à Penitenciária Professor Aluízio Ignácio de Oliveira, em Uberaba, onde se encontra à disposição do Poder Judiciário.

De acordo com a representante de vendas, de 21 anos, mãe da vítima, foi acionada na escola onde seu filho frequenta, no período matutino. Ao chegar ao local, disse que a professora da criança e outra funcionária contaram que a criança chegou à escola e apresentou dificuldade para se sentar, tendo um comportamento muito estranho.

Ainda segundo a mãe, as professoras passaram a questionar a criança sobre o que poderia ter ocorrido, tendo de maneira didática e lúdica, apropriada para a criança, apontado partes do corpo que podem ser tocadas (mãos, cabeça, pé) e partes que não podem ser tocadas (virilha). Neste momento, a criança disse que o tio (materno) teria feito carinho no bumbum e no pênis dela.

A médica que examinou a vítima explicou que o menino apresentava uma hiperemia na região anal, ou seja, uma vermelhidão; que não havia uma lesão/dilaceração, sabendo apenas informar que, pelo exame clínico, não havia indícios de penetração.

Já o garotinho, depois de questionado pela mãe sobre o que teria ocorrido, na frente dos policiais militares da 40ª Companhia/4ºBPM, disse: “O tio me levou para a garagem e fez carinho no meu bumbum e no pipiu”.

Em seguida, os policiais militares foram para a casa do acusado. Ele foi encontrado na porta e, ao ver a guarnição e sem mesmo saber do que se tratava, começou a gritar: “Não, eu não fiz nada não”. Em dado momento, ainda sem saber do que se tratava, passou a gritar que não havia feito nada com a criança. 

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