CRIME

Homem é encontrado morto em estrada vicinal

O corpo do homem, de 42 anos, foi encontrado nesta segunda-feira (16)

Carlos Paiva
Publicado em 16/01/2023 às 14:29Atualizado em 17/01/2023 às 00:02
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Corpo foi localizado em estrada vicinal, continuação da rua Horácio Martins da Silva, por testemunha que passava pelo local (Foto/Jairo Chagas)

Eder da Silva Santos, 42 anos, foi encontrado morto em estrada vicinal próximo à rodovia BR-262, continuação da rua Horácio Martins da Silva, no Residencial 2000, por volta das 7h de segunda-feira (16). Ele estava seminu, apresentava perfurações por projéteis de arma de fogo nas costas, na cabeça, tórax e na face, perto do nariz. A suspeita é de que a vítima teria sido sequestrada, agredida e morta por integrantes do Primeiro Comando da Capital (PCC), após dizer que seria do Comando Vermelho (CV). O caso está sendo investigado pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

Segundo apurou o Jornal da Manhã, uma testemunha passou pela estrada, viu o corpo do homem caído e acionou o Centro de Operações da Polícia Militar (Copom-190).

Policiais militares foram para o local e verificaram que corpo estava muito sujo, com a bermuda para baixo dos joelhos, perfurações por projéteis de arma de fogo e várias escoriações por ter sido arrastado.

Perito criminal da Polícia Civil esteve no local, fez imagens e colheu evidências para a confecção de laudo pericial. Foi constatado que o corpo apresentava perfurações nas costas, na cabeça, no tórax e na face.

Policiais militares fizeram levantamentos e encontraram o registro policial, no domingo (15), de uma pessoa desaparecida. Foi feito contato com uma dona de casa, que seria companheira do Eder da Silva Santos. Ela contou que seu companheiro saiu de casa na noite de sábado (14) e foi beber em um bar (que não soube dizer o nome), mas não retornou.

A dona de casa também disse que, na madrugada de domingo (15), pessoas a informaram que indivíduos desconhecidos teriam pego o Eder Silva e o levado para o terreno da Coopervale, onde o agrediram, deixando-o ainda vivo, mas muito machucado.

A mulher relata ainda que chegou a pedir a seu cunhado que verificasse no terreno indicado, mas no local foram encontrados somente a camiseta que a vítima usava na ocasião, além de marcas de pneus e de calçados no chão.

Um homem, o qual a mulher não quis identificar por receio de represálias tanto contra ele quanto contra ela, teria informado que o motivo das agressões seria pelo fato de Eder Silva, enquanto bebia no bar, falar para os demais frequentadores que pertencia ao “Comando Vermelho”, o que levou integrantes do Primeiro Comando da Capital (PCC) a agredi-lo e, posteriormente, a matá-lo a tiros.

Ainda de acordo com as informações, a dona de casa compareceu no Instituto Médico Legal (IML), onde fez o reconhecimento da vítima, constatando ser o seu companheiro. O corpo passou por necropsia e foi liberado para velório e sepultamento.

No fechamento desta matéria, policiais militares faziam diligências com o objetivo de esclarecer o crime.

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